Nossa geleia geral
A política brasileira nos últimos anos vive em uma espécie de bolha, trancada em uma pseudo realidade que cada grupo político cria para si e para os adversários, que se tornam inimigos a serem aniquilados.
A política brasileira nos últimos anos vive em uma espécie de bolha, trancada em uma pseudo realidade que cada grupo político cria para si e para os adversários, que se tornam inimigos a serem aniquilados.
A ministra Damares prega a abstinência sexual para combater a gravidez precoce. Ela viaja no tempo, sempre para trás, uma viagem que vai de cima da goiabeira ao mundo que ela habita, assombrado pelo pecado, culpa e repressão sexual.
A privatização de empresas públicas pode ser uma medida saudável na política econômica de qualquer governo. Mas se o preço da privatização for o fechamento de escolas, de centros de ensino que estão fornecendo mão de obra para o desenvolvimento de áreas importantes de nossa cultura e de nossa economia, ela só pode ser vista como uma ação selvagem, que não traz nenhum benefício para o país.
A grande tarefa de 1966 era tirar o Maranhão do século XIX e trazê-lo para o século XX.
A confusão provocada pela demissão de um assessor do Gabinete Civil da Presidência da República que utilizou um avião da FAB inteirinho só para viajar de Davos, na Suíça, para a Índia, revelou a um só tempo a gestão deficiente do governo e a interferência não profissional dos filhos do presidente Bolsonaro em assuntos do governo.
Regina Duarte tem todas as condições para assumir a Secretaria de Cultura, e integrará a parte tecnicamente competente do governo Bolsonaro.
Cheguei adiantado à Mercearia São Pedro, atendendo a convocação do Marcelino Freire, um promoter de causas descoladas e boas. Marquinhos Benuthe, que é o dono junto com o irmão Pedro se aproximou:
Como num jogo de gato e rato, o presidente Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro vivem se indispondo. No momento, um confronto que chegou ao ponto da ruptura dias atrás, transmutou-se em silencioso duelo, onde cada palavra tem sentido mais amplo, sempre mirando a eleição de 2022 para a presidência da República.
O ministro Luiz Fux, relator do processo sobre o juiz de garantias, está empenhado em entregar seu voto para deliberação do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda na gestão do presidente Dias Toffoli, com quem teve uma discordância jurídica a respeito do assunto que levou mais uma vez a uma disputa pública entre seus membros.
O Jornal Nacional da TV Globo está comemorando os seus primeiros 50 anos de vida. Lembramos bem de sua origem, pelas mãos e o talento do acreano Armando Nogueira, cujo começo de carreira se deu na redação da revista Manchete, ao lado de nomes consagrados, como Fernando Sabino e Otto Lara Resende.
O recém encerrado Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, dedicou especial atenção ao debate sobre tributação e novas tecnologias que deveria estar mais aceso no Brasil, na véspera da discussão no Congresso da reforma tributária.
Bolsonaro fez bem em não ir a Davos. Não havia lugar para ele. De um lado, Trump ocupou o espaço de líder dos negacionistas da crise ambiental; de outro, Greta Thunberg, a quem o capitão desprezara xingando-a de “pirralha”, brilhou, afirmando-se como líder mundial da mobilização dos jovens pela defesa do clima.
Tão importante quanto o combate à criminalidade ligada ao desmatamento na Amazônia é a avaliação que se pode fazer hoje de seus resultados econômicos e socioambientais, na análise do especialista em meio-ambiente Ricardo Abramovay, professor da USP.
A Globo Filmes é o braço cinematográfico do Grupo Globo. É ali que se ajuda a produzir e lançar filmes brasileiros com o apoio de nossa maior e mais competente empresa de televisão.
A frase do ministro da Economia, Paulo Guedes, justificando, não necessariamente apoiando, o desmatamento da floresta amazônica com a necessidade de alimentar a população que vive na região, cerca de 25 milhões de pessoas, proporcionou um debate sobre uma política de desenvolvimento sustentável da Amazônia que gere renda e preserve a floresta.