Ana Maria Machado participa da FLIP
Publicada em 18/06/2008
Publicada em 18/06/2008
Publicada em 18/06/2008
Publicada em 18/06/2008
Publicada em 17/06/2008
Publicada em 16/06/2008
Publicada em 16/06/2008
Publicada em 16/06/2008
Publicada em 13/06/2008
Cinqüenta anos depois de lançado, mais importante se apresenta o romance " O ventre", de Carlos Heitor Cony, ocupando uma vanguarda rara na ficção brasileira. Escrevi sobe ele na época, realçando sua presença numa nova fase de nosso romance. Sai agora edição comemorativa desse livro sob a égide da Academia Brasileira de Letras e da editora Objetiva/Alfaguara.
Que a inflação é um mal com o qual temos que conviver, isto é sabido por todos que têm um orçamento a gerir. Mas a inflação desordenada, essa que está freando as vendas no Norte e Nordeste, essa nós a conhecemos desde o passado longínquo, nas marcas que ela deixou na lembrança de todos, que sofreram naqueles dias sinistros, quando nem as corretoras davam solução à desvalorização da moeda em sua velocidade desordenada.
RIO DE JANEIRO - José Bispo do Santos, que é Jamelão para todos os efeitos, declara-se na prorrogação, diz que está no lucro. Apesar disso, reclama que a Mangueira quer aposentá-lo como puxador de samba, ele que continua sendo o maior de todos, consenso e referência das escolas de samba.
O relógio mecânico é uma invenção da modernidade. Antes existiam as ampulhetas, os relógios de sol, as clepsidras, ou relógios de água - dispositivos que assinalavam a passagem do tempo pela marcha do sol ou pelo fluxo de uma substância, areia ou água. Mas o relógio mecânico era diferente. Uma máquina: dava-se corda, um pêndulo ficava oscilando ritmicamente. Depois os relógios se tornaram portáteis e ficaram ao alcance de todos, ou quase todos, uma necessidade gerada pela constatação de que tempo é dinheiro.
Nestes dias em que a Amazônia se transforma em problema nas preocupações brasileiras, devemos reconhecer, antes de mais nada, que não existe uma Amazônia, e sim várias. E, ali, tudo é grande.
Muito já se procurou e se continua a procurar um nome para designar a curiosa organização política, jurídica, social e econômica brasileira. Singular fenômeno em toda a História da humanidade, não é, ainda neste estágio de nosso conhecimento, um desafio aos filólogos. Permanece ainda terreno para vastíssima investigação científica preliminar, feita por historiadores, sociólogos, economistas, antropólogos e mais inúmeros praticantes das chamadas ciências humanas, pois ninguém, como não ignora quem quer que já tenha tentado isso com um estrangeiro, sabe explicar o Brasil, nem como funciona nem por que funciona do jeito que (não) funciona. Talvez requeira um gênio sintetizador, que a Providência ainda não nos enviou.
RIO DE JANEIRO - Num ano qualquer do século 20, um faquir com cara de indiano, mas nascido em Quixadá, encerrou-se numa urna de vidro com cinco cobras e prometeu bater o recorde mundial de jejum, ficando 58 dias sem nada comer. Chamava-se Silky. A marca anterior para tal e tamanha proeza fora de 57 dias, conquistada por um tailandês (parece que autêntico): morreu de indigestão quando voltou a comer normalmente.