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Artigo

  • Literatura e álcool

    A história me foi contada pela escritora Lygia Fagundes Telles. Há muitos anos veio a São Paulo o Nobel de Literatura William Faulkner e Lygia foi sua anfitriã. O escritor americano passou quatro dias na capital paulista – constantemente bêbado. Finalmente Lygia foi levá-lo ao aeroporto. Ao se despedir, já na fila de embarque, Faulkner voltou-se para ela e perguntou, na voz arrastada pelo álcool: “Qual é o mesmo o nome da cidade onde estive?”.

  • O acordo é uma chuchadeira

    RIO - Antes de mais nada, devo explicar que o título deste artigo não tem nada a ver com a apresentadora Xuxa, que vi nascer como artista na TV Manchete e hoje brilha na TV Globo. Tenho saudades do Clube da criança.

  • O suicida da Lagoa

    Acordei com um barulho danado em cima de mim. Custei a entender o que era. Aos poucos identifiquei o ruído típico das pás de um helicóptero, que antigamente se chamava “autogiro”, nome mais fácil de entender e menos complicado. Não seria a primeira vez. Voava baixo, na certa estaria procurando traficantes na ladeira dos Tabajaras ou no morro dos Cabritos, onde estão nascendo duas favelas.

  • Para andar a reforma política

    A reforma política entrou na pauta do Congresso Nacional na década de 80 do século passado e nela permanece até hoje. Duas questões envolvem esse tema. O primeiro é delimitar o que se entende por reforma política e quais as razões que nos levam a confundi-la com uma reforma eleitoral. O segundo é o que justifica uma reforma, seja política, seja eleitoral.

  • Vem aí um supervertibular

    Seria uma incoerência do Ministro Fernando Haddad se ele quisesse reformar o ensino médio, de tantos furos, e deixar intacto o vestibular, de tantas queixas de professores e alunos. Sou do tempo em que, para entrar na Faculdade, era preciso também fazer prova oral, com o ponto sorteado na hora, diante de uma banca em geral carrancuda. A massificação acabou com isso e trouxe à tona duas pragas: a prática da “decoreba” e os testes de múltipla escolha, estes depois atenuados quando se passou a exigir também uma prova de redação dos candidatos.

  • A terra treme

    A definição é de Federico Fellini: "A Itália é uma capela histórica, cheia de obras de arte e de papas ali enterrados". O terremoto desta semana, nas proximidades de Áquila, espantou o mundo não tanto pelo número de vítimas e pelos estragos materiais. Em outras regiões, no México, no Japão, em São Francisco (1906), em Lisboa (1755), o desastre foi bem maior. Não se trata de relativizar a tragédia. Mesmo assim, a comoção é grande.

  • Abaixo o obelisco

    Uma boa idéia a do atual prefeito do Rio em promover plebiscito sobre a retirada (ou não) de um pavoroso obelisco que entope o tráfego e enfeia a paisagem na confluência de pequenas ruas em Ipanema, quase Leblon. O monstrengo ali foi colocado sem se ouvir a opinião da plebe e causa mais irritação que admiração.

  • Ética e competência continuarão fundamentais

    RIO - Para um jornalista que se aproxima célere dos 75 anos, as mudanças na produção industrial do jornal ocorridas desde a década de 70 do século passado até hoje foram profundas. Para um historiador da imprensa a parte industrializada mudou mais em 30 anos do que 300 dos tempos das impressoras Alauzet e Stanhope que imprimiam os diários do século 17 até hoje.

  • O Educador Paulo Nathanael

    Foi uma cerimônia muito bonita, no auditório do CIEE/SP. Era a posse do educador Paulo Nathanael Pereira de Souza como membro efetivo da Academia Paulista de Letras. Na ocasião, suas varias ações, sobretudo como homem público, foram lembradas pelos oradores, um dos quais, entusiasmado, chegou a chamá-lo de “Santo”.

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