AO VIVO: Mesa-redonda "Reflexões sobre dois centenários: Norberto Bobbio e Isaiah Berlin" na ABL
Publicada em 01/12/2009 (atualizada em 02/12/2009)
Publicada em 01/12/2009 (atualizada em 02/12/2009)
Publicada em 30/11/2009 (atualizada em 01/12/2009)
Publicada em 30/11/2009 (atualizada em 01/12/2009)
Publicada em 29/11/2009 (atualizada em 30/11/2009)
Publicada em 29/11/2009 (atualizada em 30/11/2009)
No dia 3 de dezembro, quinta-feira, a partir das 18h30, a Academia Brasileira de Letras, em parceria com o Instituto Antonio Olinto e a Editora Cultura, convidou para o lançamento do livro "Antonio Olinto, memórias póstumas de um imortal", de João Lins de Albuquerque.
Publicada em 29/11/2009 (atualizada em 30/11/2009)
Sob moderação do Acadêmico Alberto Venancio Filho e a presença dos Acadêmicos Celso Lafer e Sérgio Paulo Rouanet, acontece hoje, dia 3 de dezembro, a mesa-redonda “Reflexões sobre dois centenários: Norberto Bobbio e Isaiah Berlin”. O evento é no Teatro R. Magalhães Jr, a partir das 17h30. Entrada franca.
Publicada em 29/11/2009 (atualizada em 30/11/2009)
A Academia Brasileira de Letras convidou para a série MPB na ABL, que aconteceu no dia 2 de dezembro, às 12h30, e teve a presença de Monarco, homenageando o Dia Nacional do Samba.
Publicada em 29/11/2009 (atualizada em 30/11/2009)
A inequívoca aceleração história do mundo pós-Obama aí está na tomada de oposição da extrema direita conservadora, nos Estados Unidos, e nas antigas periferias, na dissesão da "esquerda da esquerda", nas coletividades indígenas da América Andina. Demorou ainda o republicanismo bushista, a encontrar o foco do confronto com a nova Presidência, avivada agora pela consagração que lhe dá -too much, too soon - o Prêmio Nobel da Paz. Este reconhecimento maciço vem de par com o avanço da idéia gêmea à da democracia, que é a do pluralismo na multiplicidade de expectativas de mudança que se abrem a um país que se liberta de sua insegurança internacional pela guerra preventiva, e pela "civilização do medo".
Na Columbia University, em Nova Iorque especialistas brasileiros e americanos debateram o tema “Brazil and the future”, no International Affairs Building Auditorium, por iniciativa da Casa do Brasil, com a presença de figuras como o médico Ivo Pitanguy, muito aplaudido. O tema prioritário foi a educação e, na ocasião, enfatizamos a necessidade de melhorar urgentemente as condições de formação, trabalho e remuneração do nosso quadro do magistério. Assim como, por provocação da plateia, mostramos que ainda estamos longe de oferecer aos nossos estudantes um ensino técnico-profissional, de nível intermediário, plenamente satisfatório.
Vamos a Copenhagen cumprindo nosso dever de casa, de resposta a um alinhamento e uma consciência internacional pela melhoria ecológica do planeta, mas a atitude brasileira em Copenhagen implica também, e a prazo médio, um debate crítico sobre as urgências desta tomada de consciência e de como se definem, de fato, as prioridades reais do que seria hoje a efetiva e rápida melhoria do mimdo dos homens. Os tempos da globalização, a perempta e a que nasce, já, na era Oba-ma, superaram de vez o racha ou a dicoto-mia de um vmiverso de centro e periferias. Mas a simultaneidade de um novo dinamismo econômico não impede, se não agrava, as contradições que se abatem sobre a visão de um desenvolvimento universal. Coincide agora com os reclamos de Copenhagen a consciência do firacasso de todo espontaneísmo na economia de doações internacionais às nações da miséria e do imobilismo ancestral. De vez, manifestou-se o vão e o ingênuo de uma piedade internacional, ou da sensibilidade dos muito, muito ricos, à condição dos muito, muito pobres, mesmo ganhasse o auxílio a marca humilhante e consentida da esmola.Vem já de meio século a cantilena que elimina toda boa consciência em manter-se os mesmos padrões e os mesmos desígnios na virada do século e da denúncia da política dos bons corações e de uma caridade mundial.
A foto de Einstein descabela-do que nem maestro após reger a abertura de "O Guarani" santificava o Festival do Inventor, ali na galeria do edifício Avenida Central, num ano qualquer da década de 50. Ao lado, o retrato de Edison, austero, na pose que a lâmpada homônima divulgou. E depois de Einstein e Edison, os inventores nativos, não tão descabelados nem tão divulgados.
Como muitos, sempre achei Michael Jackson esquisito, para dizer o mínimo. Ali estava aquele cantor de enorme sucesso, ganhando uma grana sem tamanho, morando num absurdo lugar chamado Neverland (evocando a Terra do Nunca da história de Peter Pan, o menino que não queria ficar adulto); tentando branquear a própria pele, no que parecia uma tentativa de escapar à própria identidade, e, por último mas não menos importante, suspeito de pedofilia.
O apagão da semana colocou, entre outros temas, a discussão sobre a culpa e a responsabilidade pela pane no sistema de energia para todo o país. O governo está botando a culpa nas condições meteorológicas: raios, ventos e chuvas teriam afetado as linhas de transmissão. Embora não haja ainda uma explicação definitiva para o desastre, é possível que a culpa seja da natureza, uma vez que não houve até agora prova de deficiência técnica ou suspeita de sabotagem.
Há 20 anos, neste espaço, analisando a queda do Muro de Berlim, escrevi um artigo intitulado ... e o mundo mudou! O artigo estava voltado para realçar que o Muro era um símbolo da guerra fria e que esta caracterizou a dinâmica da vida internacional no pós-2ª Guerra Mundial e impactou globalmente as concepções sobre os modos de organizar as sociedades. Por isso a sua queda antecipava uma mudança do paradigma de funcionamento do sistema internacional.