Confrontando as Escravidões/Confronting Slavery
Publicada em 16/11/2007 (atualizada em 17/11/2007)
Publicada em 16/11/2007 (atualizada em 17/11/2007)
Publicada em 13/11/2007 (atualizada em 14/11/2007)
Leia na íntegra o artigo que o presidente da Academia Brasileira de Letras, o pernambucano Marcos Vinicios Vilaça, escreveu para a Revista do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.
Publicada em 13/11/2007 (atualizada em 14/11/2007)
Publicada em 12/11/2007 (atualizada em 13/11/2007)
Publicada em 12/11/2007 (atualizada em 13/11/2007)
Publicada em 12/11/2007 (atualizada em 13/11/2007)
Publicada em 12/11/2007 (atualizada em 13/11/2007)
Publicada em 12/11/2007 (atualizada em 13/11/2007)
A importância de Marcantonio Vilaça para as artes plásticas brasileiras é muito expressiva. Como galerista que foi, ninguém o suplantou, na década de 90, projetando o nome do Brasil além fronteiras. Possibilitou o reconhecimento universal dos nossos artistas, acreditando no valor da arte e da cultura.
As palavras impacientes do rei Juan Carlos falaram por um sentimento internacional generalizado quando à escalada do ego de Chávez, confundido com a busca da alternativa ao modelo neocapitalista vindo no bojo da hegemonia americana. É só atentar hoje ao coração da América Andina e justamente diante dos governos do Equador ou da Bolívia para se sentir o empenho de procura da diferença dentro do confronto com a dominação americana e a realpolitk com que continuará nos próximos anos.
RIO DE JANEIRO - Nunca é tarde para aprender alguma coisa a respeito dos outros e de si mesmo. Sempre impliquei com o fato de existirem pobres e milionários, e muitas vezes me perguntei porque não era milionário. Li biografias dos grandes magnatas e entendi a razão da mediocridade de minha vida e de minha pecúnia. Rockefeller vendia perus na adolescência, terminou dono da Standart Oil Co. Onassis catava guimbas de cigarros em Buenos Aires e terminou casado com a viúva de Kennedy.
Aqui estou, em mais um titânico esforço de reportagem deste periódico, depois de uma situação calamitosa, tudo fazendo para proporcionar aos nossos ávidos leitores uma cobertura tão completa quanto possível dos acontecimentos alarmantes que se sucederam vertiginosamente, a ponto de havermos temido o pior. Conferenciei com um vizinho, que é da Europa Oriental e, no primeiro momento, se encontrava trêmulo e pálido. Comunicamo-nos em inglês, já que ele fala uma variante de um dialeto servo-croata-montenegrino, ou algo assim, ou então estava uivando mesmo, nunca saberei.
A explicação consiste na grande quantidade de medidas provisórias editadas pelo Executivo NO CONJUNTO de reformas institucionais que o país reclama, deve-se inserir, além das mudanças em nosso modelo político (leia-se sistema partidário e eleitoral), o revigoramento da Federação, hoje fragilizada pela enorme concentração de poderes no governo federal.
José Sarney tomou a si, afinal, responder a injúria continuada do governo de Chávez contra o Brasil. Não há precedentes da repetição de agressões contra o país concentrada no Senado a ser chamado de lacaio ou serviçal do imperialismo e das concertações de Washington. Não temos precedentes de uma escalada verbal que vai a órgão da soberania nacional exatamente responsável pela última chancela à nossa política externa.
Se viva fosse, a escritora Rachel de Queiroz, a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, faria 97 anos em 17 de novembro. Nascida em Fortaleza, faleceu no Rio aos 93 anos de idade, em 4 de novembro de 2003.