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Evento

Notícia

  • Notícias do Acadêmico Alberto da Costa e Silva

    Publicada em 14/05/2009

    O Acadêmico Alberto da Costa e Silva pronunciou, no dia 26 de abril, em Porto Alegre, a conferência introdutória, sob o título "Como escrever uma história da África", no simpósio internacional "Centro, Periferia e Pesquisa Histórica", organizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
  • Três Rios

    Publicada em 14/05/2009

    O Acadêmico Arnaldo Niskier esteve na cidade fluminense de Três Rios, no dia 5, para inaugurar a nova sede do CIEE/RJ. O endereço é Rua Barão de Entre Rios, 343 - Centro. Esta cidade é a 10ª do Estado em matéria de qualidade de vida.
  • Notícias do Acadêmico Ivo Pitanguy

    Publicada em 14/05/2009

    No dia 5 de maio, o Acadêmico Ivo Pitanguy deu palestra sobre "Imagem Corporal e Felicidade" a convite no Nucleo de Conveniências - Organização não Governamental, no Centro de Convenções do Barra Shopping...

Artigo

  • A oposição condenada à mudança

    O que fará o "povo de Lula" diante do novo eleitoral, e a inviabilidade objetiva da continuação do Presidente? O sentimento espontâneo é o dessa dificuldade de transpor-se o apoio à figura do Chefe de Estado, na mecânica madura de uma vida partidária e a transferência para uma fidelidade às legendas do que fosse o aponte pessoal de um sucessor. Continua a impulsão originária deste eleitorado do Presidente, onde pesa a estrita identificação simbólica por sobre qualquer jogo de facções políticas.

  • A pedra angular

    Conheci e fui amigo de Takeo Fukuda, que foi primeiro-ministro do Japão por muitos anos e fundador do Inter- Action Council, do qual faço parte. Muitas vezes estivemos juntos em reuniões em várias partes do mundo para discutir os problemas do presente e do futuro da humanidade. Em nenhuma delas Fukuda deixou de aproveitar toda e qualquer discussão para inserir a tese pela qual tinha verdadeira obsessão: o controle demográfico. Lembrei-me dele, de suas advertências, nesta crise mundial. Não crescer economicamente significa a eclosão de dificuldades e problemas que vão do desemprego à fome. Já no caso da população é o crescimento que nos dá a previsão de obstáculos insolúveis no futuro.

  • Motivos para pânico

    Como sabemos, existem muitas frases comumente repetidas a cujo uso nos acostumamos tanto que nem observamos nelas patentes absurdos ou disparates. Das mais escutadas nos noticiários, nos últimos dias, têm sido ´não há razão para pânico´ e ´não há motivo para pânico´, ambas aludindo à famosa gripe suína de que tanto se fala. Todo mundo as ouve e creio que a maioria concorda sem pensar e sem notar que que se trata de assertivas tão asnáticas quanto, por exemplo, a antiga exigência de que o postulante a certos benefícios públicos estivesse ´vivo e sadio´, como se um defunto pudesse estar sadio. Ou a que apareceu num comercial da Petrobras em homenagem aos seus trabalhadores, que não sei se ainda está sendo veiculado. Nele, os trabalhadores ´encaram de frente´ grandes desafios, como se alguém pudesse encarar alguma coisa senão de frente mesmo, a não ser que o cruel destino lhe haja posto a cara no traseiro.

  • O Brasil e a Direção-Geral da Unesco

    Na condução da sua política externa, o Brasil sempre atribuiu importância à diplomacia multilateral. Um dos objetivos do multilateralismo é conter, por meio de suas regras, práticas unilaterais na vida internacional. Também integra o escopo da diplomacia multilateral ir além do dualismo das relações bilaterais, nas quais o confronto das posições pode extremar-se e a presença de terceiros logra, frequentemente, contribuir para a conciliação de interesses divergentes.

  • O homem do dedo verde

    Foi com muita tristeza que recebemos a notícia da morte do escritor Maurice Druon, ex-secretário perpétuo da Academia Francesa. Foi nessa honrosa condição que ele esteve no Rio de Janeiro, em 1998, para participar de um projeto de maior aproximação dos povos latinos. Numa sessão memorável da Academia Brasileira de Letras, que então presidíamos, estiveram presentes os presidentes do Brasil, da França, do México e de Portugal.

  • Uma lição de coragem

    O jovem médico estava na sala de espera do bloco cirúrgico, aguardando o resultado da operação que ali se realizava. De repente, a porta se abriu e apareceu o cirurgião. Sua expressão antecipava más notícias, o que logo se confirmou com o soturno anúncio: estava tudo tomado pelo câncer, praticamente não havia mais nada a fazer. De pé, o doutorzinho sentiu-se tão mal, que desabou sobre uma cadeira. Não era de admirar. A paciente era sua mãe.