Lêdo Ivo representou o Brasil na Nicarágua
Publicada em 12/02/2008 (atualizada em 13/02/2008)
Publicada em 12/02/2008 (atualizada em 13/02/2008)
Publicada em 10/02/2008 (atualizada em 11/02/2008)
Deixei passar alguns dias para falar sobre o escândalo dos cartões corporativos usados em demasia por alguns membros do governo federal. Os cartões de crédito foram adotados para facilitar a vida dos portadores, que ficam de posse de títulos facilmente manuseáveis e com o qual pagam os mais diversos tipos de compras.
O impacto do jejum de Dom Cappio, na ribanceira do São Francisco, racha a expectativa dos católicos. Responde à carência permanente de heróis na nossa cultura e pela nitidez da coragem radical do testemunho religioso. E nesses dias contagiou o país inteiro, e a repetição do mesmo gesto, pela solidariedade com o Bispo, reacorda a sociedade civil, machucada pelo escândalo continuado na Praça dos Três Poderes.
O começo de 2008 tem os anticlímaxes de uma volta ao marco zero, pela correção de rumos da iniciativa governamental no momento do arranque do PAC. Só vão se agravar as culpabilizações recíprocas pela perda da CPMF, na retroavaliação do lance.
A reforma política que interessa ao país transcende o universo de normas jurídicas, disposições legais e atos normativos que regulam os pleitos do segundo maior colégio eleitoral do mundo ocidental. Ela deve ser bem mais abrangente. Refiro-me, em especial, às instituições políticas, ao relacionamento entre os poderes do Estado, à organização federativa e, sobretudo, às práticas que constituem a nossa cultura política — velha de 500 anos — desde que aqui aportaram as estruturas do poder colonial, sob o qual vivemos por mais de três desses cinco séculos.
RIO DE JANEIRO - Alguns leitores estranharam a crônica que publiquei no último domingo ("A farra dos lápis").
O estilo mangá tanto pode ser visto em boas lojas da capital japonesa quanto nas embalagens de produtos brasileiros de perfumaria
Escrever sobre o amor é fácil. Escrever sobre o amor é difícil. Em geral, a linguagem do amor é o verso, ritmado, com ou sem rimas, o que a torna, ainda mais, difícil. Contudo, há milênios que o homem vem pegando, em momentos de amor, a palavra de cada dia para mostrar o que sente.
As vitórias nítidas de Hillary, nas prévias em Nova York e Califórnia, destruíram a escalada de Obama? Ou ela só começa, diante dos novos dados deste eleitorado inédito, que acorreu em massa às primeiras urnas?
O meu amigo Cristovam Buarque pede socorro aos dicionaristas brasileiros, para que façam o registro do termo educacionismo. Sente falta do que seria um movimento amplo em favor da educação, alcançando todos os poros da nossa sociedade. Na verdade, com a genialidade que o caracterizou, o filólogo Antonio Houaiss, de saudosa memória, ao elaborar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, editado pela Academia Brasileira de Letras, registrou na página 277 a palavra educacionismo como substantivo masculino. Portanto, oficialmente, ela existe. Se não está no Aurélio, é outra história.
O papa deveria ou não ter enfrentado o risco da vaia na Universidade La Sapienza?
Desde então ela se proibiu de chorar. Mas descobriu que, pelo menos, poderia verter lágrimas. Descascando cebolas
Imaginem, diz ele, um mundo sem fronteiras, sem ódios religiosos, sem propriedade privada, sem ganância, sem fome
O que tem a ver Moacyr, este magnífico prenome de origem indígena e que José de Alencar imortalizou em "Iracema", com um apelido tão esquisito?