AO VIVO: Américo Jacobina Lacombe é homenageado no Ciclo "Efemérides 2009" na ABL
Publicada em 22/04/2009
Publicada em 22/04/2009
Publicada em 22/04/2009
Publicada em 17/04/2009
Sob coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, a Academia Brasileira de Letras iniciará na quarta feira, dia 22 de abril, o 3º Ciclo de Conferências "Efemérides 2009", com a palestra do Acadêmico e poeta Lêdo Ivo, em homenagem aos "150 anos de Raimundo Correia".
Publicada em 17/04/2009
Sob coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, a Academia Brasileira de Letras inicia hoje, dia 22 de abril, o 3º Ciclo de Conferências "Efemérides 2009", com a palestra do Acadêmico e poeta Lêdo Ivo, em homenagem aos "150 anos de Raimundo Correia". Clique na imagem à esquerda para assistir ao vivo.
Publicada em 17/04/2009
Sob coordenação do Acadêmico Domício Proença Filho, a Academia Brasileira de Letras iniciou na quarta feira, dia 22 de abril, o Ciclo de Conferências "Efemérides 2009", com a palestra do Acadêmico e poeta Lêdo Ivo, homenageando os "150 anos de Raimundo Correia".
Publicada em 16/04/2009
Publicada em 15/04/2009
Publicada em 14/04/2009
Na última terça-feira, dia 14 de abril, a ABL inaugurou a exposição das pinturas do artista plástico holandês Leo Fisscher, sob a curadoria de Carlos Dimuro.
Deus é testemunha de que nada tenho contra feriados e festejos vários que, de alguma forma, ajudam a humanidade a suportar a barra, os “mil acidentes da carne” lembrados por Shakespeare. Acontece que no Brasil a dose é cavalar. Basta lembrar que neste mês de abril, com apenas 30 dias segundo o calendário gregoriano, tivemos três feriados: Sexta-Feira Santa, Tiradentes e, aqui no Rio, São Jorge. Dois religiosos e um cívico. Repito: é dose.
RIO - A história dos povos modernos poderá ser contada paralelamente à história da sua imprensa. A imprensa é testemunha da história e também é história. Victor Hugo disse que o seu diâmetro é o próprio diâmetro da civilização.
A história me foi contada pela escritora Lygia Fagundes Telles. Há muitos anos veio a São Paulo o Nobel de Literatura William Faulkner e Lygia foi sua anfitriã. O escritor americano passou quatro dias na capital paulista – constantemente bêbado. Finalmente Lygia foi levá-lo ao aeroporto. Ao se despedir, já na fila de embarque, Faulkner voltou-se para ela e perguntou, na voz arrastada pelo álcool: “Qual é o mesmo o nome da cidade onde estive?”.
RIO - Antes de mais nada, devo explicar que o título deste artigo não tem nada a ver com a apresentadora Xuxa, que vi nascer como artista na TV Manchete e hoje brilha na TV Globo. Tenho saudades do Clube da criança.
Acordei com um barulho danado em cima de mim. Custei a entender o que era. Aos poucos identifiquei o ruído típico das pás de um helicóptero, que antigamente se chamava “autogiro”, nome mais fácil de entender e menos complicado. Não seria a primeira vez. Voava baixo, na certa estaria procurando traficantes na ladeira dos Tabajaras ou no morro dos Cabritos, onde estão nascendo duas favelas.
A reforma política entrou na pauta do Congresso Nacional na década de 80 do século passado e nela permanece até hoje. Duas questões envolvem esse tema. O primeiro é delimitar o que se entende por reforma política e quais as razões que nos levam a confundi-la com uma reforma eleitoral. O segundo é o que justifica uma reforma, seja política, seja eleitoral.
Seria uma incoerência do Ministro Fernando Haddad se ele quisesse reformar o ensino médio, de tantos furos, e deixar intacto o vestibular, de tantas queixas de professores e alunos. Sou do tempo em que, para entrar na Faculdade, era preciso também fazer prova oral, com o ponto sorteado na hora, diante de uma banca em geral carrancuda. A massificação acabou com isso e trouxe à tona duas pragas: a prática da “decoreba” e os testes de múltipla escolha, estes depois atenuados quando se passou a exigir também uma prova de redação dos candidatos.