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E para a educação?
Vivendo um ano de contenção de gastos. E quando se trata da Educação, a palavra gasto é sempre muito mal aplicada, pois vira sinônimo de desperdício. Prefere-se falar em investimento.
Vivendo um ano de contenção de gastos. E quando se trata da Educação, a palavra gasto é sempre muito mal aplicada, pois vira sinônimo de desperdício. Prefere-se falar em investimento.
Os principais mestres do pensamento na década de 60 do século passado recusaram a doutrina de Teilhard de Chardin. Os conservadores a detestam quase histericamente, tachando Chardin de charlatão e, até mesmo, de analfabeto.
Quando a bruma costumeira da região deu lugar ao sol radioso, ainda pela manhã, foi possível ver e sentir na plenitude o que representa Inhotim(MG) como espaço de arte contemporânea ou pós-contemporânea. É um verdadeiro e completo deslumbramento.
Conseguir um consenso entre seus componentes, ou um resultado perto disso, parece ser no momento a principal preocupação dos dois tribunais que estão às voltas com processos contra o governo Dilma, ambos com capacidade potencial de inviabilizá-lo ainda no seu primeiro ano.
Quando digo que, na minha opinião, cada um deve fazer o que lhe parece certo, estou sendo sincero. Mas acho, também, que os demais não estão obrigados a gostar daquilo que alguém faça, e muito menos aplaudi-lo.
Diante da paralisia governamental, da expansão incontrolada da ação legislativa, da recessão econômica e do ativismo da Justiça, vê-se muita cobrança: e as oposições e o PSDB? Sumiram?
No mercado popular de Alexandria, as barracas de lingerie vendem peças tão ridículas que não dá para imaginar que alguém use aquilo fora de um cabaré cenográfico.
Os direitos humanos nos Estados Unidos, nestas últimas semanas, legalizado o casamento gay, passaram, também, não obstante, por gestos dramáticos de regressão cívica e política. Não há como subestimar a força do propósito de Dylan Roof, na concerta- ção exaustiva do massacre de Charlestown.
Estamos vivendo um ano de notória contenção de gastos. Aliás, quando se trata da Educação, a palavra gasto é sempre muito mal aplicada, pois se trata de um sinônimo de desperdício. Prefere-se falar em investimento.
A crise interna do PT pode ser explicada de diversas maneiras, e muitos fatos podem ser responsabilizados por ela existir, mas a lógica que rege os mais recentes movimentos do ex-presidente Lula e de sua criatura Dilma Rousseff é que expõe a fragilidade política dessa união.
Estamos vivendo um ano de notória contenção de gastos. Quando se trata da educação, aliás, a palavra gasto é sempre muito mal aplicada, pois se trata de um sinônimo de desperdício. Prefere-se falar em investimento.
Ninguém sabe aonde isso vai dar, mas há um sentimento de regozijo entre os políticos fora do PT com o protagonismo que o Congresso vem assumindo, mesmo que algumas medidas aprovadas possam significar prejuízos ao orçamento público, como o aumento dos servidores do Judiciário.
Atos repulsivos, que deveriam causar só pavor e indignação, são usados pelo EI para efeito contrário, o da propaganda, e, como tal, recebidos por jovens do mundo
Precisamos vencer o déficit de diálogo
Vivemos um tempo de refluxo, um deserto de utopias, cenário em que perdemos a capacidade de sonhar ou de propor uma forte revisão da Agenda Brasil, resultado de amplas zonas de consenso.
O ex-presidente Lula fez uma confissão ontem aos líderes do PMDB com quem conversou na casa do presidente do Senado Renan Calheiros: estava atrás de um discurso, e acha que já encontrou.