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Boletim

  • Boletim 42
    Ano 2025

    Notícias do Acadêmico José Sarney

    Publicado em 18/11/2025

    No dia 27 de novembro, às 16h, em sessão especial aberta ao público, no Salão Nobre da Academia Brasileira de Letras, o Acadêmico José Sarney relançará três de seus romances - O dono do mar, Saraminda e A Duquesa vale uma missa. As obras retornam em novas edições, reafirmando a permanência e a relevância de sua contribuição literária para sucessivas gerações de leitores. O Acadêmico Domício Proença Filho falará sobre “José Sarney, o romancista”.

  • Boletim 42
    Ano 2025

    “Quinta é Cultura”

    Publicado em 18/11/2025

    No dia 27, às 17h30, na Sala José de Alencar, O escritor Fernando de Morais falará sobre “Chatô e os cem anos dos Diários Associados”. A coordenação é do Presidente Merval Pereira.

  • Boletim 42
    Ano 2025

    Ciclos de Conferências de 2025

    Publicado em 18/11/2025

    Teve início no dia 4 de novembro, às 16h, no Teatro R. Magalhães Jr., o nono Ciclo de Conferências de 2025 intitulado “Literatura e Memória”, sob a coordenação geral do Acadêmico Antonio Carlos Secchin e coordenado pelo Acadêmico Ruy Castro que proferiu a conferência de abertura intitulada "Nelson Rodrigues íntimo"; no mesmo dia, às 17h30, sob a coordenação do Acadêmico Antônio Torres, o Acadêmico Jorge Caldeira falou sobre os “150 anos do Estadão”. No dia 11, às 16h, o professor Gilberto Araújo discorreu sobre "Humberto de Campos: diário secreto”. Hoje, dia 18, às 15h30, a cineasta Helena Solberg falará sobre “O refúgio do eu em Helena Morley”, seguido da exibição do filme “Vida de menina”. Dia 25, encerrando este ciclo, Lira Neto proferirá a palestra “Oswald de Andrade: mau selvagem”.

Notícia

Artigo

  • Onda conservadora

    O Globo, em 18/11/2025

    A prevalência do grupo direitista no Chile fecha um ciclo de renovada onda conservadora na América do Sul

  • Por que os filmes ficam de pé

    Folha de São Paulo, em 15/11/2025

    Por vários motivos, andei escrevendo sobre Alfred Hitchcock nas últimas semanas e, ao falar de "Psicose", um leitor apontou algo que o incomodava no filme. Ele queria saber: quem cuidava do Motel Bates, ou seja, varria, espanava, passava o aspirador? Para ele, não era possível que Tony Perkins fizesse sozinho a faxina do motel e mais a da casa da colina onde ele morava com a mãe, ligeiramente inválida por estar morta. É uma dúvida razoável —se você não aplicar a todos os filmes a que assistir a "suspensão de descrença", princípio criado pelo poeta Coleridge em 1817.

  • Não há mais relógios bobos

    Folha de São Paulo, em 16/11/2025

    Outro dia saí de casa sem o relógio e só depois me dei conta. Usuário do objeto desde que o chamavam de "bobo" (por trabalhar de graça), senti-me quase nu no meio da rua. Mas não fez diferença. Um piscar de olhos e lá estava, na esquina, um relógio digital. E, pela multidão de narizes enfiados no celular ao meu redor, imaginei que alguns o estivessem usando para ver as horas.