Livros de Arte
Publicada em 02/06/2009
O Tribunal de Contas da União recebeu do Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça e família valiosa e numerosa coleção de centenas de livros de arte. Com este acervo...
Publicada em 02/06/2009
O Tribunal de Contas da União recebeu do Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça e família valiosa e numerosa coleção de centenas de livros de arte. Com este acervo...
Publicada em 02/06/2009
A universidade do Estado do Rio de Janeiro, por intermédio de seu Instituto de Letras, realizou ontem, dia 20, às 17 horas, uma sessão em homenagem pela passagem dos oitenta anos...
Publicada em 02/06/2009
Publicada em 02/06/2009
Há quarenta anos, no dia 22 de maio, o Acadêmico Abgar Renault foi eleito para a Cadeira n. 12 do Quadro dos Membros Efetivos.
Publicada em 02/06/2009
Publicada em 01/06/2009
O Presidente da Academia Brasileira de Letras, Cícero Sandroni, recebe hoje, 2 de junho, a Medalha da Inconfidência, no Salão Nobre do Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte. O convite foi feito pelo Senador Murilo Badaró - Presidente da Academia Mineira de Letras.
Publicada em 01/06/2009
Cícero Sandroni, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participará, na próxima sexta feira, dia 5 de junho, da II Jornada Cultural da ESG - Escola Superior da Guerra.
Publicada em 01/06/2009
Cícero Sandroni, Presidente da Academia Brasileira de Letras, participou, na última sexta feira, 5 de junho, da II Jornada Cultural da ESG - Escola Superior da Guerra.
Publicada em 01/06/2009
O Presidente Cícero Sandroni recebeu a Medalha da Inconfidência, conferida pelo Governador Aércio Neves, que saudou e referiu-se à Academia Brasileira de Letras como a mais importante instituição cultural do Brasil.
Publicada em 01/06/2009
Publicada em 01/06/2009
Na Londres do século 19, um imposto facilitou muito a disseminação da tuberculose. Esta afirmação certamente surpreende o leitor, mas ela é explicável. O imposto em questão incidia sobre janelas. Exatamente, sobre janelas (a fúria fiscal não é de hoje). Para ter uma janela era preciso pagar. Resultado: os pobres, que não tinham dinheiro, também não tinham janelas nos tugúrios em que viviam, numa época em que a Revolução Industrial trazia milhares de pessoas para as cidades, em busca de trabalho. Famílias numerosas viviam confinadas, num ambiente sem renovação do ar. O micróbio da tuberculose não poderia pretender melhores condições para se propagar. Tornou-se a “peste branca”, expressão que aludia à “peste negra”, a peste bubônica que, no início da modernidade, devastou a Europa. Era a enfermidade de artistas, de poetas, de escritores: Castro Alves, Álvares de Azevedo, Manuel Bandeira, entre outros, estavam entre os tísicos famosos no Brasil.
RIO - Seria suprema ingenuidade nossa imaginar que um programa do porte do Bolsa Família passaria incólume, sem críticas da sociedade brasileira, sobretudo a mais ilustrada. Entretanto, no conjunto, os seus resultados são formidáveis, considerando o atendimento de quase 12 milhões de famílias nas várias regiões em que se divide o país.
Idosa encontra bilhete premiado depois de quatro anos. Uma australiana de 73 anos recebeu agora o equivalente a R$ 3,1 milhões como prêmio de um jogo de loteria realizado há pouco mais de quatro anos. A mulher, uma fazendeira, tinha esquecido de conferir o bilhete, comprado em 2004. Apenas recentemente, ela o encontrara em uma gaveta, num envelope cheio de bilhetes antigos. O marido ponderou que os bilhetes provavelmente não tinham validade, mas, mesmo assim, ela resolveu ir a uma casa lotérica para conferir. E aí a surpresa: um dos bilhetes estava premiado com 2 milhões de dólares australianos. Apesar da surpresa, a vencedora não tem planos para o prêmio. "Na minha idade não há muito mais o que fazer, queremos é nos desfazer das coisas", disse ela. "O prêmio teria sido mais útil há alguns anos." Folha Online
Ferreira Gullar, de quem sou amigo há muito tempo, é um grande poeta, e um grande ser humano, uma pessoa de vida difícil e sofrida. Perseguido pela ditadura, passou longo tempo no exílio, e, como se isso não bastasse, tem um filho esquizofrênico vivendo num sítio em Pernambuco; um outro filho, igualmente esquizofrênico, morreu de cirrose. Baseado em sua dolorosa experiência, Gullar escreveu em sua coluna da Folha de S. Paulo três artigos protestando contra a falta de vagas hospitalares para doentes mentais. “Ninguém aguenta uma pessoa delirante ou agressiva dentro de casa”, desabafou. A repercussão foi extraordinária, com centenas de leitores manifestando-se, e muitas entrevistas, incluindo matéria de capa na revista Época do último fim de semana. Ferreira Gullar trouxe à tona um problema real, candente e polêmico.