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Artigo

  • Sarney, Caracas e o Senado viril

    José Sarney tomou a si, afinal, responder a injúria continuada do governo de Chávez contra o Brasil. Não há precedentes da repetição de agressões contra o país concentrada no Senado a ser chamado de lacaio ou serviçal do imperialismo e das concertações de Washington. Não temos precedentes de uma escalada verbal que vai a órgão da soberania nacional exatamente responsável pela última chancela à nossa política externa.

  • A Glória de "O Quinze"

    Jornal do Commercio (RJ), em 12/11/2007

    Se viva fosse, a escritora Rachel de Queiroz, a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras, faria 97 anos em 17 de novembro. Nascida em Fortaleza, faleceu no Rio aos 93 anos de idade, em 4 de novembro de 2003.

  • A força do hábito

    Folha de S. Paulo (SP), em 13/11/2007

    RIO DE JANEIRO - Já lembrei dois episódios sobre as conseqüências de se falar muito sobre determinada coisa. O primeiro é trecho do "Tartarin de Tarrascon", romance de Alphonse Daudet. Tartarin ameaçava ir caçar leões na África, comprou equipamento especial, armas, tenda de campanha, mapas, marcou várias datas para a partida.

  • "Exu" terá leitura dramatizada no Flamengo

    Tribuna da Imprensa (RJ), em 13/11/2007

    A peça de Zora Seljan, "Exu, o cavaleiro da encruzilhada", será lida no contexto da Exposição de Arte Africana que se encontra no Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes, 99 - Flamengo) no decorrer do seminário a se realizar no auditório: dia 21 de novembro das 18h às 18h45, conferência "Alma da África" e, das 19h às 19h45, conferência "Um rio chamado Atlântico", de Alberto da Costa e Silva.

  • A derrota e o guerreiro

    O guerreiro da luz sabe perder. Ele não trata a derrota com indiferença. O guerreiro despreza a atitude da raposa de La Fontaine, que dizia sobre as uvas fora de seu alcance: “Estão verdes”. Um guereiro da luz aceita a derrota como uma derrota – e não tenta transformá-la em vitória. Amarga a dor dos ferimentos, a indiferença dos amigos, a solidão da perda.

  • Oração e poesia

    "A tradição dos monges cristãos do deserto fala do ato de orar:"Vá para um lugar silencioso e deixe sua alma se ajoelhar. Não pense em nada, apenas se entregue. Transforme seu desejo no desejo de Deus. Se você fizer isso por duas semanas, cinco minutos por dia que seja, o amor supremo se manifesta”.

  • Tempo, tempo

    Existe um exercício de meditação que consiste em acrescentar, durante dez minutos por dia pelo menos, um motivo para cada uma de nossas ações cotidianas. Um exemplo: "Eu agora leio o jornal porque quero me informar. Eu pensei agora em tal pessoa, porque tal assunto que li me levou a isto. Eu andei até a porta, porque vou sair de casa para trabalhar". E daí por diante. Buda chama isto de "atenção consciente". Quando nos vemos repetindo a mais comum das rotinas, nos damos conta, através de detalhes, da riqueza que cerca nossa vida. Compreendemos cada passo, cada atitude, cada gesto. No fim de uma semana, estamos mais conscientes de nossas distrações e de nossos passos. E isto nos deixa mais fortes.

  • Os desafios da comunicação

    RIO DE JANEIRO - Sempre achei poética a maneira de os índios e povos primitivos se comunicarem à distância: faziam um foguinho, abafavam a fumaça com um pano qualquer e erguiam ao espaço os símbolos que significavam alguma coisa preestabelecida. A mão-de-obra para esse tipo de expressão limitava as mensagens ao essencial e urgente.

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