Ao vivo: ABL reabre a Sala José de Alencar
Publicada em 07/11/2007 (atualizada em 08/11/2007)
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Publicada em 07/11/2007 (atualizada em 08/11/2007)
Publicada em 06/11/2007 (atualizada em 07/11/2007)
Publicada em 06/11/2007 (atualizada em 07/11/2007)
Publicada em 05/11/2007 (atualizada em 06/11/2007)
Publicada em 05/11/2007 (atualizada em 06/11/2007)
Não é que eu imagine que vocês estão tremendamente interessados, mas creio que devo explicar por que, de repente, vim parar em Berlim outra vez. Afinal, faço parte dos equipamentos urbanos do Leblon e tenho minhas obrigações de componente do mobiliário do famoso boteco Tio Sam todos os fins de semana. Ontem e hoje, por exemplo, imagino a perplexidade que tomou conta de todos os afetados pela minha ausência e, possivelmente, a revolta expressa por alguns, ao constatar que mais um irresponsável se junta ao vasto rol que já nos aflige imemorialmente.
Escrever um livro é uma das atividades mais solitárias do mundo. Uma vez cada dois anos, vou para frente do computador, olho para o mar desconhecido de minha alma, vejo que ali existem algumas ilhas – idéias que se desenvolveram, e estão prontas para serem exploradas. Então pego meu barco - chamado Palavra - e resolvo navegar para aquela que está mais próxima. No caminho, defronto-me com correntezas, ventos, tempestades, mas continuo remando, exausto, agora já consciente que a ilha que pretendia chegar já não está mais em meu horizonte.
Quando as pessoas do povo têm a coragem de reclamar o que de direito, senão de fato, lhes pertence é sinal de que a democracia está vigente
Podemos achar que tudo que a vida nos oferece amanhã é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, cada manhã traz uma benção escondida. Uma benção que só serve para este dia, e que não pode ser guardada ou reaproveitada. Se não usarmos este milagre hoje, ele se perderá no tempo.
Em New Jersey, nos Estados Unidos, visitei os famosos laboratórios de Thomas Edison em Menlo Park. Ali, estavam os instrumentos que usou trabalhando nas invenções que mudaram o mundo (o fonógrafo, por exemplo, precursor dos iPods). Ali, estavam também seus livros e objetos diversos. Mas a coisa mais curiosa e surpreendente era uma pequena cama, colocada no meio mesmo da área de trabalho. Ali, disse o guia que orientava a visita, Edison dormia um pouco, umas duas horas, mas somente quando estava muito fatigado. Em seguida, voltava ao trabalho. Para ele, sono era sinônimo de preguiça. Dormir muito seria tão prejudicial à saúde como comer muito.
"O jornal é o jornal e o político é o seu profeta", diz o autor de "A Comédia Humana"
O jovem disse ao abade zen: “Tudo o que meu pai me ensinou foi jogar xadrez”. Ele pediu um tabuleiro de xadrez, chamou um monge e mandou-o jogar com o rapaz. Acrescentou: “quem perder morrerá”.