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Artigo

  • Buda e os caminhos

    Certa vez, Buda estava ao lado de seus discípulos, quando chegou um homem para falar com ele: “Existe Deus?”, perguntou. “Existe”, respondeu Buda. Depois, outro chegou perguntando: “Existe Deus?” “Não, não existe Deus”. No fim da tarde, outro homem veio: “Existe Deus?”. “Essa é uma questão que você terá que decidir”. Disse Buda. “Mestre, temos um grande problema, o senhor dá respostas diferentes à mesma pergunta”, comentou um discípulo. ‘As pessoas são diferentes. E cada uma delas vai chegar a Deus do seu jeito”, explicou Buda.

  • Um homem

    RIO DE JANEIRO - Para falar a verdade, nem sei a que partido o vice-presidente José Alencar pertence. Apesar de possuir uma biografia de sucesso empresarial, só tomei conhecimento de Sua Excelência quando compôs chapa com Lula no primeiro mandato. Apreciei algumas de suas declarações, mas não cheguei ao ponto de admirá-lo.

  • De Bush à mudança impossível

    Os comentaristas do pleito americano têm se desdobrado na busca da palavra-chave que tem levado à mobilização madrugadora e maciça do desejo de votar neste marco crítico de 2008. A mudança soma todos esses chamados, mas sem esquivar-se ao paradoxo desse apelo. É como se uma onda de inconformismo no imenso inconsciente social dos Estados Unidos se desse conta da inércia de sua prosperidade, presa cada vez mais à convenção do seu futuro.

  • O dono da palavra

    Mais do que o dono da palavra, era o dono do som, no qual via uma força emotiva que valia por si mesma. Com isto, ganhou a língua portuguesa, nele, uma amplitude que nenhum outro poeta brasileiro atingiu, principalmente a de unir à sua poética um elenco de palavras que vinham revelar a enorme diversidade atingida pelo idioma que foi de Camões.

  • Fantástico! Inacreditável!

    RIO DE JANEIRO - Outro dia, acessei o Google, inventei um nome absolutamente improvável e pedi informações. Pensei que receberia uma mensagem mandando-me para algum desses lugares que nunca pretendemos conhecer, mas logo apareceram na telinha algumas páginas referentes ao pedido.

  • O rei e o talismã

    Certa vez, o rei se mostrou mais calado do que de costume. “O que se passa?”, perguntou um sábio. “Estou confuso”, respondeu o rei. “Ás vezes me deixo dominar pela tristeza. Outras vezes, fico embriagado com o poder que tenho. Gostaria de um talismã que me ajudasse a estar em paz comigo”. Os sábios ficaram meses confabulando. No fim, foram ao rei com um presente. “Gravamos palavras mágicas no talismã. Leia-as sempre que estiver confiante ou triste demais”, disseram. O rei olhou o objeto. Era um anel de ouro e prata com uma inscrição: “Isto também passará”.

  • A taxa de juro e a crise mundial

    O jornal O Estado de S. Paulo deu a seguinte manchete na edição de 21/01: “Mercado já espera que BC aumente juros em 2008”. Desde o Plano Real, o Banco Central vem exercendo a política de redução de juros de acordo com o mercado que dessa maneira pode safar-se das aberturas que ocorreram durante um longo período de tempo.

  • Hora de sair do palanque

    A luta política violenta e irracional que tivemos no Maranhão, quando abandonamos a discussão dos problemas do estado para fixarmos todo o debate no terreno pessoal, vai atrasar o Maranhão por muitos anos.

  • Árvores e cidades

    No deserto de Mojave, são comuns cidades-fantasmas: construídas perto de minas de ouro, elas foram abandonadas quando todo o produto da terra tinha sido extraído. As cidades cumpriram seu papel e não tinha mais sentido continuar habitadas. Nas florestas, as árvores, depois de cumprirem seus papéis, morrem. Elas abrem espaço para que a luz penetre, fertilizam o solo e têm seus troncos cobertos por vegetação nova. A nossa velhice vai depender da maneira como vivemos na juventude. Podemos nos tornar uma cidade-fantasma. Ou uma árvore.

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