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Artigo

  • Corrupção acima de todas as suspeitas

    Este fim de ano permitiu que se chegasse ao extremo da corrupção política, no que o escândalo Arruda se soma ao affair Sarney e ao velho mensalão. Deparamos com o sistema e o contrassistema, no que o provedor de dinheiro põe à sua mercê, sem volta, o beneficiário. O pagador filma, desde saída, a quem corrompe, e o torna cúmplice forçado de toda a operação, a qualquer tempo de uma denúncia. Pouco importa a desfaçatez das tomadas dos pacotes, nas cuecas, nas meias ou nas bolsas.Ou a naturalidade dos recebimentos em que este montante de paga entrou nos lobbies dos contratos públicos, e não se fale mais nisso. No caso antológico do govemador do Distrito Federal, é o próprio cappo quem reparte as notas, para toda a malha hierárquica dos facilitadores, no maior à-vontade burocrático. Não são atravessadores, a sugerir propinas esquivas, mas agentes em Palácio a dia, hora e pacote de cédulas novas e contadas, de pagamento em espécie, com o timbre dos espaços públicos e a sofreguidão da coleta.

  • Corrupção, moralismo e oposição

    Jornal do Commercio (RJ),, em 11/12/2009

    A entrada num ano eleitoral marca-se de medidas promissoras. Nunca tivemos um presidente com a popularidade de Lula ao fim de um segundo mandato, e constitucionalmente irreelegível. Nem uma consciência popular tão distinta do que fosse o partido que levou o petista à vitória em 2002. E a ter a consciência da sua afirmação política, até onde intransferível a outra candidatura?

  • Correspondência de Machado de Assis: 1870-1889

    Depois do tomo I, saído em 2008, apresentamos aos leitores o tomo II da Correspondência de Machado de Assis. Com exceção de algumas cartas dos anos 60, descobertas recentemente, o novo volume é consagrado aos decênios de 1870 -1879 e 1880 - 1889. Esses dois decênios estão entre os mais significativos da obra de Machado de Assis. Cada um deles é assinalado por um corte e uma abertura.

  • A situação da mão-de-obra

    Jornal do Commercio (RJ),, em 24/12/2009

    Na abertura do 1º Seminário de Qualificação Profissional para um Novo Tempo, promovido pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE/Rio) e o SENAC/Rio, a capacitação da mão-de-obra especializada foi o tema prioritário. Há urgente necessidade de atender à demanda das novas empresas que estão vindo para o Estado do Rio nos próximos anos.

  • A lucidez do Natal

    Folha de S. Paulo,, em 25/12/2009

    É véspera de Natal e o homem de repente descobre que está sozinho e lúcido. Até o meio-dia ele teve os colegas, recebeu e distribuiu abraços, viu amigos e inimigos levarem embrulhos e alegrias. Ouviu queixas sobre o preço do presunto e a qualidade dos figos e soube que os vinhos nacionais andavam bons, muita gente deixou de comprar o Grandjó e o Médoc para prestigiar a vinicultura pátria.

  • Um Natal em Amarante

    Folha de S. Paulo,, em 25/12/2009

    Esta é uma história de meu avô, acontecida há mais de cem anos. Nordestino andante desses que viveu em muitos lugares, desde Valença, no Piauí, passando pelo Ingá do Bacamarte, na Paraíba, até acalmar-se no Maranhão, onde fez roças, enfrentou malárias e teve até um neto que foi presidente da República.

  • Homens & Mulheres

    Folha de S. Paulo,, em 27/12/2009

    Talvez seja um machismo light que tenho encruado dentro de minha formação ou desinformação: não aprecio a mudança que a igreja introduziu no cântico do “Gloria”, alterando a expressão “glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade”. Afinal, o canto litúrgico em latim repete a saudação dos anjos que anunciaram a Boa-nova aos pastores de Belém e que está até hoje no Evangelho de Lucas: “homens de boa vontade”.

  • Marvado atraso

    O Globo,, em 27/12/2009

    Às vezes eu acho que nós, brasileiros, temos razão em manter nosso tradicional complexo de inferioridade, achando que tudo do famoso Primeiro Mundo é melhor do que aqui, a começar pela aparência e a terminar pela língua. É quando constato que somos atrasados mesmo, triste verdade. Somente um povo atrasado é que ia dedicar, como dedicou, espaço e tempo a comentar indignadamente e rechaçar com veemência uma piada que o ator Robin Williams fez num programa de tevê americano. Deve ser o único lugar do mundo onde isso acontece em relação a algo dito por Robin Williams, que os próprios americanos nem ouviram  dá uma vergonhazinha.

  • Pilar caminha pelos Pirineus

    Diário de Pernambuco,, em 28/12/2009

    Quando estão tomando seu café no único bar de Saint-Savin, seu amigo lhe pergunta se conhece o filósofo Bozorgmehr. Pilar acena negativamente com a cabeça.

  • O novo livro

    Folha de S. Paulo,, em 29/12/2009

    A Amazon vendeu, em todo o mundo, 9,5 milhões de Kindles [no dia 14/12], dando a média de 110 aparelhinhos por segundo. A rival, a Barnes & Noble, que produz o Nook, teve problemas de distribuição e deve ter vendido um pouco menos. A soma das vendas dos livros eletrônicos, neste Natal, nos Estados Unidos, deve ter superado a venda dos impressos no mesmo período.

  • De novo presidente

    Jornal do Brasil (RJ),, em 31/12/2009

    Tomei posse dizendo que estava com mais sonhos do que em 2005 – para sonhar não há limites – porém, e sobretudo, com os acrescidos calos da vida. Sonho como Bandeira: “Com que sonho? Não sei não./ Talvez com me bastar /– Ah feliz, como jamais fui”.

  • Nostalgia da verdade

    Jornal do Commercio (RJ),, em 31/12/2009

    Pequena (ainda) crise no setor militar neste final de ano. O governo deseja implantar um necessário Plano Nacional dos Direitos Hu­manos que cria uma “Co­­missão da Verdade” para apurar torturas, mortes e desaparecimentos durante a ditadura militar que durou 21 anos, de 1964 a 1985.

  • Dez anos, dez minutos?

    Jornal do Commercio (RJ),, em 21/12/2009

    A noção de beleza para Marcantonio não era um luxo para estetas, nem um enfeite a ornar alguém ou alguma coisa. Isso seria conceder à beleza o carimbo do supérfluo ou o estigma do mero capricho.

  • O preconceito contra o ensino médio

    Jornal do Commercio,, em 11/12/2009

    O gigante adormecido dá sinais de que está acordando para a realidade. Hoje, no Brasil, o preconceito contra o ensino técnico parece coisa do outro mundo, mas nem sempre foi assim. Quando Nilo Peçanha foi presidente da República (1906 – 1910), em decorrência da morte de Afonso Pena, elaborou um plano de educação técnica destinada “às crianças desvalidas”.

  • O risco do celular

    Zero Hora (RS),, em 12/12/2009

    Quando a gente vê em filmes antigos (ou não tão tão antigos assim) os primeiros telefones celulares, aqueles gigantescos trambolhos, nos damos conta de que o mundo muitas vezes envereda por caminhos inesperados. Hoje o celular é pequeno, é prático – e todo mundo tem . O número de aparelhos no Brasil já chega a 160 milhões, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). De cada cem brasileiros, 82 usam o aparelho. Como ocorre na maioria dos países.