AO VIVO: ABL homenageia Albert Camus pelos seus 50 anos de morte
Publicada em 27/10/2010 (atualizada em 28/10/2010)
Publicada em 27/10/2010 (atualizada em 28/10/2010)
Publicada em 27/10/2010 (atualizada em 28/10/2010)
A União Brasileira de Escritores homenageou, na última sexta-feira, dia 22 de outubro, o Acadêmico e Presidente da ABL, Marcos Vilaça, outorgando-lhe a Medalha de Ouro Antônio Olinto.
Publicada em 27/10/2010 (atualizada em 28/10/2010)
Publicada em 26/10/2010 (atualizada em 27/10/2010)
Publicada em 25/10/2010 (atualizada em 26/10/2010)
Publicada em 25/10/2010 (atualizada em 26/10/2010)
Publicada em 25/10/2010 (atualizada em 26/10/2010)
Publicada em 25/10/2010 (atualizada em 26/10/2010)
Publicada em 24/10/2010 (atualizada em 25/10/2010)
A Academia Brasileira de Letras convida para o Colóquio Internacional de Cinema e Literatura, que acontece hoje, dia 25, amanhã, dia 26, e quarta-feira, dia 27 de outubro.
Publicada em 24/10/2010 (atualizada em 25/10/2010)
Assista ao vivo ao Colóquio Internacional de Cinema e Literatura, com a Mesa-redonda "Vidas secas: 72 anos do livro, 43 anos do filme", que acontece no Teatro R. Magalhães Jr.. Clique na imagem à esquerda para assistir ao vivo.
Publicada em 24/10/2010 (atualizada em 25/10/2010)
Não esqueço o último programa feito para a TV pelo ex-presidente Figueiredo. Era, na forma e no conteúdo, a prestação de contas do que ele havia feito e conseguido em seu longo mandato. Não me refiro àquela entrevista pessoal que concedeu ao Alexandre Garcia, pedindo que o esquecessem — um pedido ocioso, pois seria esquecido mesmo.
O ensaio é um gênero literário desde Montaigne. No Brasil o ensaísmo literário une-se ao filosófico em Tobias Barreto, patrono de uma das Cadeiras da Academia Brasileira de Letras, e ao sociológico em Silvio Romero, um dos seus fundadores. Vamireh Chacon, mesmo com formação universitária de doutoramento no Brasil e na Alemanha e pós-doutoramento nos Estados Unidos, permaneceu fiel às origens ibéricas, em meio às influências germânicas da Escola do Recife na Faculdade de Direito de Pernambuco, e norte-americanas de Gilberto Freyre em Apipucos. Foi Ortega y Gasset quem começou a revelar o pensamento hispânico e o alemão à geração de Eduardo Portella, Nelson Saldanha e Vamireh Chacon, e para a anterior, a de Hélio Jaguaribe e Cândido Mendes, no Nordeste e outras partes do Brasil.
Numa época, fez grande sucesso no Brasil a marchinha carnavalesca, do compositor Blecaute, que falava de uma certa Maria Candelária. Quem era? “É alta funcionária”, informava a letra, acrescentando que Maria Candelária tinha entrado no serviço público “de paraquedas”, ou seja, por algum favor político. A seguir, entrava em detalhes sobre a atividade da Maria Candelária, que “trabalhava de fazer dó”. O expediente começava ao meio-dia; à uma da tarde Maria Candelária ia ao dentista, às duas, ia ao café, às três à modista; às quatro assinava o ponto e dava no pé. Concluía Blecaute: “Que grande vigarista que ela é”.
Em Itaparica, não se pode dizer que o clima político está muito animado. O itaparicano, como sempre, permanece atento ao panorama nacional, mas os outrora inflamados debates que ocorriam no bar de Espanha deram lugar a considerações de outra ordem. O dr. Serra ficou em terceirão nos dois municípios que compõem a ilha, mas ninguém comenta muito o fato, pois, como observou Xepa, não convém tripudiar, ainda mais que tem segundo turno e nunca se sabe o que pode acontecer, tudo neste mundo é possível. De repente o homem se elege e aí vem tomar satisfações, já basta ele ter levado essa surra no primeiro turno, vamos respeitar a cabeça inchada alheia.