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Artigo

  • Oração e poesia

    "A tradição dos monges cristãos do deserto fala do ato de orar:"Vá para um lugar silencioso e deixe sua alma se ajoelhar. Não pense em nada, apenas se entregue. Transforme seu desejo no desejo de Deus. Se você fizer isso por duas semanas, cinco minutos por dia que seja, o amor supremo se manifesta”.

  • Tempo, tempo

    Existe um exercício de meditação que consiste em acrescentar, durante dez minutos por dia pelo menos, um motivo para cada uma de nossas ações cotidianas. Um exemplo: "Eu agora leio o jornal porque quero me informar. Eu pensei agora em tal pessoa, porque tal assunto que li me levou a isto. Eu andei até a porta, porque vou sair de casa para trabalhar". E daí por diante. Buda chama isto de "atenção consciente". Quando nos vemos repetindo a mais comum das rotinas, nos damos conta, através de detalhes, da riqueza que cerca nossa vida. Compreendemos cada passo, cada atitude, cada gesto. No fim de uma semana, estamos mais conscientes de nossas distrações e de nossos passos. E isto nos deixa mais fortes.

  • Os desafios da comunicação

    RIO DE JANEIRO - Sempre achei poética a maneira de os índios e povos primitivos se comunicarem à distância: faziam um foguinho, abafavam a fumaça com um pano qualquer e erguiam ao espaço os símbolos que significavam alguma coisa preestabelecida. A mão-de-obra para esse tipo de expressão limitava as mensagens ao essencial e urgente.

  • O belo e o simples

    No Japão, participei da conhecida "cerimônia do chá". Entra-se num pequeno quarto, o chá é servido e nada mais. Só que tudo é feito com tanto ritual que uma prática cotidiana se transforma num momento de comunhão com o Universo. O mestre Okakusa Kasuko explica: “A cerimônia é a adoração do simples. Todo seu esforço se concentra na tentativa de atingir o perfeito através dos gestos imperfeitos da vida quotidiana”. Se um mero encontro para beber chá pode nos transportar até Deus, o que dizer das outras oportunidades que acontecem todo dia e não nos damos conta.

  • Amor e solidão

    Todos nós precisamos de amor. O amor faz parte da natureza humana. Muitas vezes, nos sentamos diante de um belo pôr-do-sol, a sós, e pensamos: "Nada disso importa, porque não posso compartilhar toda essa beleza com alguém." Nesses momentos, vale a pena perguntar: quantas vezes nos pediram amor e viramos o rosto? Quantas vezes tivemos medo de nos aproximar de alguém e dizer que estávamos apaixonados? Cuidado com a solidão. Ela vicia tanto quanto as drogas. Se o pôr-do-sol parece não ter mais sentido para você, seja humilde e parta em busca de amor.

  • Porque amamos os homens

    Revista O Globo (RJ), em 11/11/2007

    Uma amiga minha, Julia, me enviou o texto a seguir. Quando tentei entrar em contacto com ela para saber se era de sua autoria, ela viajou e não sei exatamente quando volta.

  • "Tira nós da Aldeinha"

    DOM MIGUEL de Unamuno foi um dos pensadores mais populares da minha geração. Seus livros eram lidos, aprendidos e meditados quando éramos moços. Um deles, na minha primeira mocidade, ginasiano, causou-me grande impressão e maior influência. Chama-se "O Sentimento Trágico da Vida". Ele fala sobre a busca humana da imortalidade, de ser eterno, em como fugir da morte, dos sistemas teológicos e filosóficos que nos apontam para a imortalidade da alma, até a ressurreição cristã, de voltar "com as próprias vestes". Desse livro, ficou na minha memória sua afirmação de que a pergunta mais profunda do Novo Testamento é a de Pilatos: "O que é a verdade?".

Notícia

  • Literatura de José Sarney é tema do 9º Ciclo de Conferências

    Publicada em 08/11/2007 (atualizada em 09/11/2007)

    O acadêmico Domício Proença Filho vai apresentar uma análise sobre o lado romancista do autor de "A Marquesa vale uma missa" e "Saraminda". O evento terá transmissão ao vivo pelo portal da Academia Brasileira de Letras. Hoje, às 17h30. Entrada franca.
  • Temas inesquecíveis de filmes ao vivo

    Publicada em 08/11/2007 (atualizada em 09/11/2007)

    Assista ao vivo à apresentação beneficente em prol da Casa de Ramana. No recital, clássicos como "As time goes by" (Casablanca), "What a wonderful world" (Bom dia, Vietnã) e "Under the sea" (A Pequena Sereia).
  • Teatro da ABL realizou Recital Beneficente

    Publicada em 08/11/2007 (atualizada em 09/11/2007)

    Na última sexta-feira, artistas apresentaram temas inesquecíveis de filmes em prol da Casa de Ramana. Entre os clássicos, "As time goes by" (Casablanca), "What a wonderful world" (Bom dia, Vietnã) e "Under the sea" (A Pequena Sereia).
  • Doação da ABL para PE

    Publicada em 08/11/2007 (atualizada em 09/11/2007)

    A Academia Brasileira de Letras doou dois mil livros ao Instituto Brasil Leitor em Pernambuco. Leia a nota completa publicada pela Folha de Pernambuco.