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Artigo

  • Jardim

    Extra (RJ), em 25/11/2007

    Um grande amigo meu, músico famoso, comprou um apartamento térreo em Ipanema. Transformou o terraço, na parte de trás do apartamento, num jardim. As árvores cresceram e, com isso, as trepadeiras se espalharam. Na reunião do condomínio, disseram que as raízes podiam afetar a estrutura da construção e que as trepadeiras iriam enferrujar a grade divisória. Depois de dois anos de luta, meu amigo foi obrigado a destruir seu jardim e cimentar o terraço. Tempos depois, o síndico comentou com ele: “Na verdade, o problema não era bem o jardim. O que aconteceu foi que os outros moradores se sentiam bastante frustrados porque eles não tinham um igual. Preferem ver uma paisagem cinza da janela a um jardim que não é deles”.

  • Aprender fazendo

    É muito atraente proclamar a necessidade de um novo modelo para a educação brasileira. Quem não estará de acordo? Conhecendo a realidade das nossas escolas, especialmente as públicas, sente-se o vulto do desafio. A capacitação necessária deve ser acompanhada de incentivos salariais, como ocorre nos países pós-industrializados. Eles podem ainda utilizar padrões conservadores, sem maior criatividade, mas têm melhores condições de se dar bem na Sociedade do Conhecimento.

  • Mudança na alma

    Extra (RJ), em 26/11/2007

    Trecho de obra do poeta Langston Hughes: “Eu conheço os rios. Eu conheço rios tão antigos como o mundo e bem mais velhos que o fluxo de sangue nas veias humanas. Minha alma é tão profunda como os rios. Eu me banhei no Eufrades, na aurora de nossa civilização. Eu fiz minha cabana na margem do Rio Congo e suas águas me cantaram uma canção de ninar. Eu vi o Nilo e construí as pirâmides. Eu escutei o canto do Mississipi quando Lincoln viajou até Nova Orleans e vi suas águas tornarem-se douradas com a tarde. Minha alma se tornou tão profunda como os rios”.

  • Antes da "guerra de religiões"

    Jornal do Brasil (RJ), em 12/12/2007

    Realizou-se no Rio de Janeiro, de 8 a 10 último, a primeira reunião, no hemisfério, da Comissão das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações. Sob o comando do ex-presidente de Portugal, Jorge Sampaio, o encontro denunciou, com o maior realismo, o perigo da retórica nesses debates, presos ao lugar-comum da burocracia internacional.

  • O ato de perdoar

    Extra (RJ), em 12/12/2007

    O perdão é uma estrada de mão dupla. Quando perdoamos alguém, estamos perdoando a nós mesmos. Se somos tolerantes, fica mais fácil aceitar nossos erros. Sem culpa nem amargura, conseguimos melhorar nossa atitude. Pedro perguntou a Cristo: "Mestre, devo perdoar sete vezes meu próximo?". E Cristo respondeu: "Não apenas sete, mas setenta vezes". Quando, por fraqueza, deixamos que o ódio, a inveja, a intolerância vibrem ao nosso redor, terminamos nos consumindo. O ato de perdoar limpa o plano astral e nos mostra a verdadeira luz da Divindade.

  • Ansiedade e busca

    Extra (RJ), em 11/12/2007

    Um homem visitou um mestre e pediu: “Preciso saber qual o primeiro passo que deve dar aquele que deseja seguir o caminho espiritual”. O mestre o levou até um pequeno poço e pediu que ele olhasse seu reflexo na água. O homem obedeceu, mas o ermitão começou a jogar pedras na água, mexendo a superfície. “Não poderei ver direito meu rosto enquanto o senhor jogar pedras”, disse o homem. “Como é impossível para um homem ver seu rosto em águas turbulentas, também é difícil buscar Deus se a mente estiver ansiosa demais. Aí está sua primeira lição”.

  • Proust e os editores

    Tribuna da Imprensa (RJ), em 11/12/2007

    O problema, que problema é, de leitores contratados pelas editoras para que opinem sobre originais de escritores, assume novas proporções com dois livros publicados na Europa. O de Umberto Eco (em italiano, "Diário mínimo"; em francês, "Pastiches et postiches") apresenta possíveis opiniões de leitores a respeito da Bíblia, de "O processo", de Kafka, de Proust, de Joyce: é obra de crítica e sátira. O segundo divulga uma pesquisa séria sobre as relações de Proust com seus editores: "Marcel Proust à la recherche d'un editeur", de Franck Lhomeau e Alain Coelho.

  • Chávez e Cambronne

    RIO DE JANEIRO - Ainda bem que as coisas mudam em quase todos os setores, inclusive na imprensa. Sou de um tempo em que não se podia escrever a palavra "câncer" nos jornais. Os secretários de redação (não havia ainda os editores) escreviam por cima: "insidiosa moléstia".

Notícia

  • Marcos Vilaça, a Academia também é dos mortais!

    Publicada em 10/12/2007 (atualizada em 11/12/2007)

    Leia o artigo que o ator Antonio Grassi publicou em seu blog sobre a gestão de Marcos Vinicios Vilaça na presidência da Academia Brasileira de Letras.
  • Ao vivo: Ivo Pitanguy discute "A ABL e a Medicina"

    Publicada em 10/12/2007 (atualizada em 11/12/2007)

    Assista agora à palestra do acadêmico no Teatro Raimundo Magalhães Júnior. O evento marca a terceira série de debates do último Ciclo de Conferências de 2007.
  • Ivo Pitanguy discutiu "A ABL e a Medicina"

    Publicada em 10/12/2007 (atualizada em 11/12/2007)

    O acadêmico foi o palestrante do Ciclo de Conferências da última terça-feira. O evento teve entrada franca e transmissão ao vivo pelo portal da Academia Brasileira de Letras.
  • Banda dos Fuzileiros Navais se apresentou na ABL

    Publicada em 10/12/2007 (atualizada em 11/12/2007)

    Apresentação da Banda Sinfônica do Corpo dos Fuzileiros Navais foi na terça-feira, dia 11, no Salão Nobre do Petit Trianon. O evento teve entrada franca e transmissão ao vivo pelo portal da Academia Brasileira de Letras.