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Evento

  • 100 anos de Josué de Castro

    Mesas-Redondas
    Data e horário: 
    2 de Outubro de 2008 às 17h30
    Coordenação: 
    Acadêmico Moacyr Scliar
    Palestrantes: 
    Acadêmico Arnaldo Niskier, Elizabeth Accioly, Ana Maria de Castro
  • 80 anos de Nelson Pereira dos Santos

    Mesas-Redondas
    Data e horário: 
    1 de Dezembro de 2008 às 16h30
    Coordenação: 
    Acadêmico Cícero Sandroni
    Palestrantes: 
    Cacá Diegues, Walter Salles, Luiz Carlos Barreto, João Paulo Reis Velloso
  • 120 anos de Álvaro Moreyra

    Mesas-Redondas
    Data e horário: 
    6 de Novembro de 2008 às 16h30
    Coordenação: 
    Acadêmico Cícero Sandroni
    Palestrantes: 
    Acadêmico Carlos Nejar, Sandra Moreyra, Mario Moreyra

Notícia

  • ABL e Nova Fronteira homenageiam Evanildo Bechara

    Publicada em 28/02/2008

    O público descobriu a trajetória de um jovem que sonhava ser engenheiro, quando uma dúvida fez com que entrasse para a história da lingüística do Brasil. A cerimônia aconteceu no Petit Trianon e foi transmitida ao vivo pelo portal da Academia Brasileira de Letras.

Artigo

  • A carne assassina

    RIO DE JANEIRO - Não, não me refiro àquele inimigo da alma: a Carne, que, junto com o Diabo e o Mundo, renunciamos no momento em que somos batizados. O padre pergunta ao recém-nascido se ele renuncia ao Diabo, ao Mundo e à Carne. Como o batizando ainda não fala, fala o padrinho, que renuncia ao Diabo, ao Mundo e à Carne em nome da criança. O padrinho funciona como uma espécie de laranja.

  • Infelizes para sempre

    Estamos em plena fase de comemoração dos 400 anos do escritor e orador Antônio Vieira, religioso que foi uma das figuras mais importantes da nossa literatura. Numa das suas expressões mais felizes, o padre Vieira condenou a excessiva importação de termos estrangeiros (isso na época em que viveu), chegando a proclamar:

  • A parte de cada um

    Um homem em busca da sabedoria resolveu ir para as montanhas, pois lhe disseram que a cada dois anos Deus aparecia ali. Durante o primeiro ano, comeu tudo o que a terra lhe oferecia. No final, a comida acabou e ele teve que retornar a cidade. “Deus é injusto!”, exclamou. “Não viu que fiquei aqui durante todo este tempo procurando ouvir sua voz? Agora tenho fome e volto sem escutá-lo”. Neste momento, um anjo apareceu. “Deus gostaria muito de conversar com você”, disse o anjo. “Durante um ano, lhe deu alimento. Ele esperava que você cuidasse de sua alimentação no próximo ano. Entretanto, o que foi que você plantou? Se um homem não é capaz de produzir frutos no lugar em que vive, não está preparado para conversar com Deus”.

  • Os três livros

    Certa vez, o monge Tetsugen fez uma grande viagem pelo mundo para arrecadar dinheiro. Ele queria muito editar um livro em japonês com os versículos sagrados. Assim que conseguiu a quantia desejada, o Rio Uji transbordou. Olhando para os desabrigados, Tetsugen gastou todo o dinheiro arrecadado com o povo. E recomeçou a busca. Quando voltava, topou com uma grave epidemia de cólera, o que o fez novamente usar o dinheiro. Vinte anos depois, editou sete mil exemplares do livro. Dizem que Tetsugen fez três edições, sendo duas invisíveis.

  • Sem medo de viver

    O homem moderno quis, com o passar dos anos, eliminar todas as incertezas e dúvidas de sua vida. Agindo desta maneira, ele acabou deixando que sua alma morresse de fome, já que o espírito do ser humano se alimenta de mistérios. Não tenha medo de ser tachado como louco e faça hoje ou agora mesmo, se possível, alguma coisa que não combine inteiramente com a lógica de tudo o que você aprendeu ao longo da sua vida. Esta pequena coisa, por menor que seja, pode abrir as para você as portas para uma grande aventura, tanto humana quanto espiritual.

  • O símbolo do novo

     A opinião pública americana apenas começa a se dar conta da vastidão do seu protagonismo no avanço de Obama nas prévias presidenciais. O debate no Texas mostrou que o público sabe o que quer ouvir, independentemente do que digam os candidatos. O que está em causa é esse arranque do inconsciente coletivo americano a sacudir em toda profundidade de um status quo e as alternativas de um futuro,  pós Reagan, entre as dinastias Bush e Clinton. Refuga o tosco physique de role texano bem como beautiful people kennedyano. O apoio à Obama pelo senador da clã soou como um beijo da morte, na rejeição do Massachusetts, ao gesto do obeso patriarca de uma legenda em que não quer também se reconhecer a nova América profunda, a arejar de futuros confortáveis e conhecidos.

  • O símbolo do novo

    A opinião pública americana apenas começa a se dar conta da vastidão do seu protagonismo no avanço de Obama nas prévias presidenciais. O debate no Texas mostrou que o público sabe o que quer ouvir, independentemente do que digam os candidatos. O que está em causa é esse arranque do inconsciente coletivo americano a sacudir em toda profundidade de um status quo e as alternativas de um futuro, pós Reagan, entre as dinastias Bush e Clinton. Refuga o tosco physique de role texano bem como beautiful people kennedyano. O apoio à Obama pelo senador da clã soou como um beijo da morte, na rejeição do Massachusetts, ao gesto do obeso patriarca de uma legenda em que não quer também se reconhecer a nova América profunda, a arejar de futuros confortáveis e conhecidos.

  • Cem anos sem Machado

    “Eu gosto de catar o mínimo e o escondido. Onde ninguém mete o nariz, aí entra o meu, com a curiosidade estreita e aguda que descobre o encoberto. [...] A vantagem dos míopes é enxergar onde as grandes vistas não pegam.”

  • A fusão das Bolsas

    O estouro das Bolsas de Valores foi o grande assunto da semana finda, pois se sabia já dos rumores de unificação das Bolsas (Bolsa de Valores de São Paulo _ Bovespa _ e Bolsa de Mercadorias & Futuros). Com pressa, se identificou o interesse em unificar as atividades para melhor atender os clientes que aumentam continuamente.

  • Rosa em 1956

    No sábado, 8 de dezembro de 1956, dediquei meu artigo de crítica literária semanal ao livro "Grande sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa, que fora lançado pela Editora José Olympio em setembro-outubro do mesmo ano. Recebi, na semana seguinte, telefonema de José Olympio abraçando-me: era a primeira análise do livro saída na imprensa.