"Seminário Relações Culturais Brasil - China"
Publicada em 10/11/2008 (atualizada em 11/11/2008)
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Publicada em 10/11/2008 (atualizada em 11/11/2008)
Publicada em 10/11/2008 (atualizada em 11/11/2008)
Publicada em 09/11/2008 (atualizada em 10/11/2008)
Publicada em 09/11/2008 (atualizada em 10/11/2008)
Publicada em 06/11/2008 (atualizada em 07/11/2008)
Publicada em 06/11/2008 (atualizada em 07/11/2008)
Publicada em 06/11/2008 (atualizada em 07/11/2008)
Goiabada tinha cara de goiabada mesmo. Fica difícil explicar o que seja uma cara de goiabada, mas qualquer pessoa que se defrontava com ele, mesmo que nada dissesse, constataria em foro íntimo que Goiabada tinha cara de goiabada.
Numa façanha literária capaz de fornecer elementos para a compreensão de todo um período de nossa história, o jornalista e analista internacional João Lins de Albuquerque conversou com cinqüenta pessoas eminentes nos mais diversos setores mundiais de atividade nos Séculos XX e XXI.
Quero chamar a atenção de vocês para três recentes acontecimentos: o centenário da morte de Machado de Assis, a vitória de Barack Obama e a exposição que, inaugurada no Santander Cultural aqui em Porto Alegre, fala-nos da vida e da obra deste original pensador brasileiro que foi Gilberto Freyre, falecido há exatos 20 anos.
Recebi, via internet (esta verdadeira caixa de ressonância da nossa cultura), um curioso texto intitulado “Como enlouquecer um médico em 12 lições”. Contém coisas do tipo: “Comece a consulta reclamando da demora, mesmo que tenha sido atendido rapidamente. Depois, diga ao médico que ele é o 13º que você procura e que você só quer mais uma opinião, pois não confia muito em médico. Diga também aquela frase clássica: ‘Cada médico fala uma coisa’”. E: “Nunca responda diretamente às perguntas. Caso ele pergunte se você teve febre, diga que teve tosse. Conte tudo detalhadamente, começando, se possível, desde quando você ainda era criança”. Ou ainda: “Leve sempre três crianças com você (nem precisam ser seus filhos), especialmente aquelas que mexem em tudo, sobem nos móveis, ficam fazendo perguntas no meio da consulta. Combine previamente com uma delas para quebrar o termômetro do médico”.