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Notícia

  • Ministros recebem o primeiro exemplar da 5ª edição do VOLP

    Publicada em 17/03/2009

    Na última quarta-feira, dia 18 de março, às 17h, o presidente da ABL, Cícero Sandroni, entregou aos ministros Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência da República), Fernando Haddad (Educação), e Juca Ferreira (Cultura), o primeiro exemplar da 5ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP), destinado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • Nota de esclarecimento

    Publicada em 13/03/2009

    Corre uma informação deturpada em revista especializada em Língua Portuguesa segundo a qual o Vocabulário Ortográfico elaborado pela Academia Brasileira de Letras (que será lançado em Brasília no dia 18 de março e, no dia 19, na sede da ABL, no Rio) contrariaria o Art. 2º do texto oficial do Acordo, já que o texto legal, no seu Art. 2º, propõe a elaboração de um vocabulário ortográfico comum da Língua.

Artigo

  • Prisões especiais

    Entrou em discussão o caso das prisões especiais. Pelas novas normas, elas serão extintas genericamente mas as exceções são tais e tantas que o privilégio continuará sendo adotado na prática. Resumindo: só serão encaminhados aos presídios e celas de delegacia aqueles que não têm costas quentes.

  • O não emprego do hífen nas locuções (2)

    Outra questão proposta pelo mesmo leitor da semana passada: para-lamas ou paralamas?; para-choque ou parachoque?; para-quedas ou paraquedas? Tais compostos foram tratados na Base XV do acordo, que preceitua: "Emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido." Depois de farta exemplificação, vem esta observação: "Certos compostos, em relação aos quais se perdeu, em certa medida, a noção de composição, grafam-se aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedistas, etc."

  • O Estado partidário

    Em "O Futuro da Democracia", Norberto Bobbio, cujo centenário de nascimento é celebrado este ano, observara que "Democracia é definida como um conjunto de regras de procedimento para a formação de decisões coletivas em que está prevista e facilitada a participação mais ampla possível dos interessados". Praticar eleições livres é essencial. Contudo, para que sejam efetivamente democráticas, elas devem ser periódicas, competitivas, livres e não manipuladas.

  • O legado de John Lenon

    O legado de John Lennon Manezinho é um menino comportado, que aprendeu os sábios valores da civilização O GAROTO é franzino, meio desconjuntado. O corpo parece ter 12, 13 anos de idade no máximo. A cabeça não: é grande, comprida, o queixo para frente, narinas abertas e defeituosas. A primeira impressão é clara: a cabeça não foi feita para aquele corpo. Ou vice-versa.

  • Efeito Perverso

    Para muitos, o assistencialismo é uma prática diversionista, pois camufla as necessidades reais profundas da nossa sociedade. É sempre difícil ao observador criticar os seus efeitos imediatos. Veja-se o caso do Bolsa-Família, de que tanto se orgulha o governo Lula. Há mais gente se alimentando, sobretudo nos estamentos mais pobres da população – e isso para os pragmáticos é o que interessa. No entanto, isso tudo tem um caráter eminentemente efêmero. Pode acabar com uma penada oficial – e o que restará? Possivelmente, mais gente revoltada, dada a perversidade do sistema implantado nos últimos anos.

  • A guerra de palavras

    A guerra de palavras Arnaldo Niskier Os meios intelectuais, no Brasil, aceitaram a reforma ortográfica. Em Portugal há uma grande reação. Um abaixoassinado de 100 mil pessoas pede a revisão do assunto. Alguns escritores chamam a decisão de "bizarrice" e acusam o texto do Acordo de "inúmeras contradições e até mesmo equívocos."

  • A reação à bizarrice

    Houve confusão em torno do Acordo Ortográfico da Unificação da Língua Portuguesa.Enquanto os meios intelectuais, no Brasil, aceitaram bem a reforma, em Portugal há uma grande reação. Um abaixo-assinado de 100 mil pessoas pediu a revisão do assunto.