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Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz, faz a abertura do Ciclo de Conferências “O que falta ao Brasil?”

A Presidente da Fundação Oswaldo Cruz e pesquisadora titular da Casa de Oswaldo Cruz, Nísia Trindade Lima, abriu o Ciclo de Conferências O que falta ao Brasil? na Academia Brasileira de Letras sob a coordenação da Acadêmica e escritora Rosiska Darcy de Oliveira. O evento, sobre o tema Políticas públicas e cidadania: o Brasil que falta, aconteceu no dia 1.° de agosto, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr. (Avenida Presidente Wilson, 203, Castelo, Rio de Janeiro).

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado é a coordenadora geral dos Ciclos de Conferências de 2019.

Os Ciclo de Conferências, com transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, têm patrocínio da Light.

Foram fornecidos certificados de frequência.

O Ciclo terá mais quatro conferências no mês de agosto, sempre às quintas-feiras, no mesmo local e horário: A implantação dos Direitos Humanos, com o Acadêmico Antonio Cicero no dia 8; O amor pelo que somos, com o Acadêmico e cineasta Carlos Diegues no dia 15; Porque ficamos para trás, com o Acadêmico e economista Edmar Bacha no dia 22; e Um futuro pior que o passado? Reflexões na antevéspera do bicentenário da Independência, com o diplomata Rubens Ricupero no dia 29.

A CONFERENCISTA

Nísia Trindade Lima é a atual Presidente da Fundação Oswaldo Cruz. Foi também Vice-Presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz de 2011 a 2016. É doutora em Sociologia e Mestre em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ - atual IESP). É pesquisadora titular da Casa de Oswaldo Cruz, professora de Pós-Graduação do Programa de História das Ciências e da Saúde e professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia do IESP/UERJ.

Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Pensamento Social Brasileiro, atuando, principalmente, nos seguintes temas: ciência e pensamento social no Brasil; história das ideias em saúde pública; sertão no pensamento brasileiro; e processos de construção do Estado Nacional. Recebeu, em 2007, da Academia Brasileira de Letras a medalha comemorativa dos 110 anos de sua fundação, e a Medalha Euclides da Cunha em 2009.

Possui uma vasta produção acadêmica, com destaque para os livros Um Sertão Chamado Brasil, prêmio de melhor tese em Sociologia concedido pelo Iuperj em 1999, já em sua segunda edição (São Paulo, Hucitec, 2013), no qual a autora pretende explicar as razões da persistência e da ênfase com que a oposição entre o Brasil do litoral e o dos sertões foi abordada no pensamento social brasileiro; Antropologia Brasiliana: Ciência e Educação na Obra de Roquette-Pinto, obra organizada em colaboração com Dominique Miranda de Sá (Editora UFMG/Editora Fiocruz); e Médicos Intérpretes do Brasil, organizado em colaboração com Gilberto Hochman (São Paulo, Hucitec, 2015). Na Revista Brasileira, publicou, no volume 62, em 2010, o artigo “Euclides da Cunha e o Pensamento Social no Brasil”.

Leitura complementar

A Biblioteca Rodolfo Garcia disponibiliza seu acervo para pequisa e leitura de obras relacionadas ao tema desta conferência, como "Euclides da Cunha e o pensamento social no Brasil", "A globalização e as três cidadanias" e "Saúde, cidadania e desenvolvimento".

Para consultar mais materiais como os citados, acesse o link abaixo e visite os "Levantamentos bibliográficos" realizados para este evento.

Sophia Acervo


24/07/2019

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