Início > Acadêmicos > Rachel de Queiroz

Perfil da Acadêmica

Quinta ocupante da Cadeira 5, eleita em 4 de agosto de 1977, na sucessão de Candido Motta Filho e recebida pelo Acadêmico Adonias Filho em 4 de novembro de 1977.
Cadeira: 
5
Posição: 
5
Antecedida por:
Sucedida por:
Data de nascimento: 
17 de Novembro de 1910
Naturalidade: 
Fortaleza - CE
Brasil
Data de eleição: 
4 de Agosto de 1977
Data de posse: 
4 de Novembro de 1977
Acadêmico que a recebeu: 
Data de falecimento: 
4 de Novembro de 2003
Fotos relacionadas
  • Infância
  • O quinze
  • Muitos amigos, novos amigos
Ver todas as fotos

Notícias relacionadas

Artigos relacionados

  • Bonecas russas

    Não me lembro como se chamam as tais bonecas folclóricas russas: são as que são ocas e abre-se a boneca maior e dentro dela há uma menor, e dentro dessa outra menor ainda, e depois outra e mais outra, até chegar à última, que é uma simples miniatura de boneca. No mesmo gênero, também é aquele conto de fadas: “Lá no mar tem uma ilha, dentro da ilha tem um castelo, dentro do castelo tem uma torre, dentro da torre tem um quarto, dentro do quarto tem uma arca, dentro da arca tem uma caixa, dentro da caixa tem um cofre, dentro do cofre tem um frasco, dentro do frasco tem uma pomba, dentro da pomba tem um ovo, dentro do ovo tem uma chave e é essa chave que abre a porta da prisão onde está a princesa encantada”.

  • O saber e o falar

    Vocês sabem o que é “ fileiros”? (Esse neologismo, “fileiros”- os que fazem fila - não fui eu quem o inventei, já vem fazendo carreira entre os próprios, quer dizer, os fileiros). Aliás, neologismos, principalmente os de gíria, têm quase sempre nascimento humilde. As pessoas mais cultas, ou escutam as palavras difíceis na sua própria casa ou as consultam no dicionário. O ignorante comum tem o próprio dicionário na cabeça, restrito, é verdade, muito faltoso na conjunção dos verbos, mas dono de um toque pessoal inclusive.

  • A imagem feminina

    O Estado de Minas - Belo Horizonte - MG,, em 11/06/2000

    Vocês já repararam que o Rio e as outras grandes cidades do Brasil não têm mudado muito em matéria de crimes? Na maioria eles sucedem dentro do binômio homem x mulher e se baseiam todos no amor. É fácil concluir, portanto, que o amor é a mais matadeira de todas as paixões.