[1] Biografia da Moça
[2]Com 20 anos, era esposa de um ciclista búlgaro e viúva de um fabricante de cosméticos. Tinha muito dinheiro e era bonita, ao contrário do ciclista, que era pobre, feio, mas campeão da Europa.
[1] Com 20 anos, era esposa de um ciclista búlgaro e viúva de um fabricante de cosméticos. Tinha muito dinheiro e era bonita, ao contrário do ciclista, que era pobre, feio, mas campeão da Europa.
[3] Uma visita ao Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do Rio de Janeiro, que hoje abriga cerca de 10 mil estudantes de ensino profissional, coloca para nós a matéria na ordem do dia. Será mesmo esse o caminho para a valorização dessa importante usina de fornecimento de recursos humanos para o nível intermediário? A primeira impressão é altamente positiva, pois os estudantes da escola do Maracanã são unânimes em afirmar a qualidade do que lá é ensinado e aprendido.
[1] Considerado hoje como a sétima arte, o cinema teve origem mais modesta, quando foram projetadas, na parede de um prédio em Paris, algumas cenas da chegada de um trem a Vincennes. Pouco depois, outras cenas documentais foram exibidas: a entrada de operários numa fábrica e um sujeito fazendo ginástica no jardim de sua casa.
[3] Quem me recorda o fato é o amigo Cid Heráclito de Queiroz, exemplar homem público, que hoje empresta o brilho da sua inteligência à Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo. Ele chama a minha atenção para uma antiga revista Manchete, de 30 de janeiro de 1982, em que foi feita, por inspiração do jornalista Justino Martins, matéria sobre “Como será o ano 2000”. O próprio Justino, na abertura da revista, sugere: “Guardem a revista, para depois conferir.”
[1] Na mesma medida em que o poder tecnológico e econômico dos Estados Unidos não pode ser contestado, aumentam a cada década, e agora quase a cada dia, dúvidas sobre a sua eficiência política e, sobretudo, sobre a moralidade de seus interesses.
[8] O XXIII Seminário da Academia da Latinidade, recém-realizado em Córdoba, confrontou-se com os extremos da desconfiança internacional, levando ao inédito terrorismo dos nossos dias. Ressoa a primeira resposta da Al-Qaeda à chegada de Obama ao poder, e à possível mudança de atitude do mundo muçulmano radical. Al-Zawahiri, guru de Bin Laden, é peremptório: converta-se Obama ao Islão, e leve seu país a segui-lo para então pensarmos no desarme da ,civilização do medo".
[10] Na semana passada, em artigo publicado na revista Science online, pesquisadores americanos do J.Craig Venter Institute anunciaram que haviam conseguido colocar numa célula viva um genoma sintético (o genoma, vamos lembrar, é o conjunto dos genes que, herdados, vão controlar todas as características do ser). A mesma equipe, liderada por Craig Venter, já havia sintetizado quimicamente um genoma bacteriano e também transplantado o genoma de uma bactéria para outra. Agora, os especialistas juntaram as duas técnicas para criar o que chamaram de “célula sintética”.
[12] A Europa foi sempre uma fascinação e raiz para todo o Brasil, principalmente nos séculos 19 e 20. A Cidade Luz, a fonte de todas as melhores manifestações culturais, nomes eternos na literatura e na arte. Do lado econômico não tomávamos conhecimento. Era quase uma relação humana e não uma convivência de dois países.
[10] Os pesquisadores britânicos Sandy Wolfson e Nick Neave analisaram até que ponto os hormônios secretados pelos jogadores que atuam no próprio estádio favorecem a equipe da casa. Medindo os níveis de testosterona dos jogadores que atuam em casa e dos visitantes, Wolfson e Neave concluíram que os níveis de hormônio se elevam mais nos jogadores que competem no próprio estádio.Folha.com
[10] Comecei a minha carreira médica no Hospital Sanatório Partenon. Estudante de Medicina, eu lá fazia plantões (às vezes uma noite sim, uma noite não), e muito cedo comecei a viver a realidade da tuberculose, de onde parti para a saúde pública. Os sanatórios tinham mudado muito; não eram lugares apenas de repouso, tranquilidade, boa comida; mas não curavam a doença. Isto só aconteceu com o advento das modernas drogas antituberculose, sobretudo a estreptomicina, logo depois da II Guerra. E aí foi uma revolução. A combinação da estreptomicina com hidrazida e ácido paraaminosalicílico (PAS) curava a imensa maioria dos doentes.
[10] Não recordo ter visto pessoa com expressão mais sinistra do que a promotora acusada de agredir a menina que estava em vias de adotar. A indignação que sua postura despertou manifestou-se nas agressões que recebeu quando saía da delegacia de polícia.
[3] Pena que o escritor Artur da Távola (Paulo Alberto Monteiro de Barros) não esteja mais entre nós. Há 30 anos, mostrei-lhe os originais (eram 15 capítulos) que uma jovem de 11 anos havia elaborado, de forma silenciosa, quase escondida. Sempre gentil, como era da sua natureza, o cronista leu tudo carinhosamente. Ao cabo de duas semanas, estivemos juntos. Lembro suas palavras: "Não há dúvida. Trata-se de uma escritora. O futuro dirá."
[12] Volto do exterior. Encontro a Folha de S.Paulo de roupa e alma novas. Obriga a habituar os olhos e a ver o futuro no e do jornal. É uma desafiadora ousadia. Nunca vacilei no meu dogma de que tudo acabará, menos o jornal e o livro, um e outro como instrumento de fugir da solidão, de conviver com pessoas e fatos.
[19] Ah, nem conto a vocês como era, fico com medo de acharem que estou mentindo. Mas sei que não estou, quando lembro o dia começando a se esgueirar por entre as frestas dos grandes janelões do casarão térreo em que morávamos, e eu, menino de oito ou nove anos, pulando afobado da cama, para mais uma vez me embarafustar pelo meio dos livros. Quase febril, ansioso como se o mundo fosse acabar daí a pouco, eu nem sabia com quem ia me encontrar e aonde viajaria, em nova manhã encantada. Não havia problemas para eu me embolar com os livros, porque eles não só estavam junto à minha cama, mas espalhados da cozinha ao banheiro, em estantes para mim altas como torres, algumas das quais tão pejadas que volta e meia estouravam, viravam cachoeiras de papel e vinham abaixo, dando a impressão de que as paredes e o chão se dissolviam em livros.
[21] Um dos maiores poetas brasileiros, Lêdo Ivo acaba de publicar delicioso livro de ensaios – O Ajudante de Mentiroso (editora Educam/ABL, 2009), que não pode deixar de ser lido pela importância e agudeza. Lêdo não só possui um dos mais belos estilos, é, ao mesmo tempo, aliciante e irônico, com a picardia de quem sabe da confissão e do ocultamento. Sobre a ficção, alega que todos falamos a verdade e mentimos e que ele, crítico, não passa de um ajudante de mentiroso. Observa que as ciências envelhecem mais que a literatura e que a suprema função humana é a de um animal criativo.
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