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Artigos

  • Um trabalho inovador

    O Estado do Maranhão, em 31/08/2017

    No âmbito político, a Associação Brasileira Mantenedora de Ensino Superior (ABMES) registra uma trajetória de 35 anos de luta pelos interesses legítimos das instituições mantenedoras e mantidas, tendo como norte a defesa da livre iniciativa na educação. Merece registro o esforço do atual presidente Janguiê Diniz em promover a articulação do setor com os órgãos governamentais. Com uma atuação combativa, ousada, firme e independente, atuando com ética e responsabilidade. Apresentando sempre novas propostas para a melhoria do ensino superior, a atual gestão enverga a necessária postura negociadora sem subserviência.

  • Saberes e fazeres

    O Globo, em 28/08/2017

    Depois de uma existência fecunda de mais de 20 anos (estive na cerimônia do seu lançamento), pode-se afirmar o sucesso do Canal Futura pelo fato de ser conhecido de 46% da nossa população, cumprindo o papel de uma verdadeira Escola sem Paredes.
     

  • Bons serviços ao ensino superior

    Folha Dirigida (RJ), em 24/08/2017

    Temos hoje no Brasil mais de 2,5 milhões de professores. Muitos felizes por sua inequívoca vocação, mas sofrendo as agruras de baixos salários, o que vem de longe. A escritora Clarice Lispector falava de alegrias e agonias na profissão que ela também respeitava muito. Gostaria de encontrar no mestre a figura do orientador ou facilitador de aprendizagem, para atribuir-lhe a devida importância, fazendo do amor a sua maior arma. 

  • A inovação do PAEC

    O Estado do Maranhão, em 16/08/2017

    Uma experiência notável vivida por mim, na SEEC-Rio, foi a elaboração do Plano de Ação de Educação e Cultura (PAEC), no Estado do Rio de Janeiro. Foi um bonito e inovador trabalho, abrangendo o período de 1980-1983. Partimos da frase do escritor Machado de Assis : “Afinal, somos todos fluminenses”.

     

  • Como descobrir o outro

    Folha Dirigida (São Paulo), em 15/08/2017

    Se considerarmos o trabalho da Unesco para o século 21, coordenado por Jacques Delors, são quatro os pilares da educação: 

  • Como descobrir o outro

    Diário da Manhã (GO), em 11/08/2017

    Se considerarmos o trabalho da Unesco para o século 21, coordenado por Jacques Delors, são quatro os pilares da educação:

    1. Aprender a conhecer; 2. Aprender a fazer; 3. Aprender a viver juntos e 4. Aprender a ser.

  • A democratização de oportunidades

    Diário da Manhã (GO), em 02/08/2017

    Com a necessidade de atendimento educacional, sobretudo em países socialmente desfavorecidos, esses novos mecanismos abrem perspectivas de democratização de oportunidades como jamais se viu. Assim, pode-se ligar a Internet a uma escala planetária de ofertas, valorizando o conceito de direitos humanos.

  • O caminho da virtude

    Folha Dirigida (RJ), em 01/08/2017

    A missão de salvaguarda da língua portuguesa é a principal obrigação da Casa de Machado de Assis. O terceiro milênio excita a imaginação e sentimos a necessidade de máxima atenção à língua portuguesa, um idioma dos mais respeitáveis, exigindo amplo entendimento.

  • O caminho da virtude

    Correio Braziliense, em 23/07/2017

    A missão de salvaguarda da língua portuguesa é a principal obrigação da Casa de Machado de Assis. O terceiro milênio excita a imaginação e sentimos a necessidade de máxima atenção ao idioma dos mais respeitáveis, exigindo amplo entendimento. Dos cerca de 280 milhões de falantes, 250 milhões são de nativos e 30 milhões de segunda língua.  Somos a sexta língua mais falada no mundo, o que, infelizmente, não foi motivo ainda para que ela obtivesse a oficialização na Organização das Nações Unidas — assunto que merece outro artigo. 

  • O orgulho de ser professor

    Diário da Manhã (GO), em 19/07/2017

    Em todos esses anos fiz um extraordinário esforço para entender o fenômeno da educação, procurando trabalhar pelo seu constante aperfeiçoamento.  Como professor dedicado e homem público, sempre busquei separar o que era ensino do que representara educação. Sem confundir as responsabilidades de cada um.

  • Que venha outra lei

    O Dia, em 18/07/2017

    A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nasceu em 1961. Depois tivemos a LDB nº 5.731/72, e a série se concluiu em 1996, com a LDB nº 9.394. Hoje, a lei é a mesma, mas desfigurada pela existência de 35 emendas constitucionais. Não temos um sistema organicamente constituído.

  • A cobrança do ensino superior

    O Estado do Maranhão, em 12/07/2017

    Lembro-me bem, na década de 1950, de quando defendia ardentemente a gratuidade da universidade pública. Era dirigente estudantil na então Universidade do Distrito Federal e não se admitia pensamento divergente.
    Quando a UDF foi transformada em Universidade do Estado da Guanabara e depois em Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o que causava espécie aos seus professores era o número de automóveis que lotavam o estacionamento do campus do Maracanã. A garotada não podia pagar mensalidades, mas tinha condições de adquirir veículos, nem sempre muito baratos.

  • Educação e cultura em debate

    Diário da manhã (GO), em 21/06/2017

    Como sempre acontece, foi um sucesso o seminário Brasil Brasis promovido pela Academia Brasileira de Letras. Desta feita, o tema foi o “Novo Ensino Médio”.  Tive a honra de mediar o debate de que participaram os especialistas  Carlos Artexes Simões, diretor do Sesc Nacional, e Carlos Alberto Serpa de Oliveira, presidente da Fundação Cesgranrio, responsável pelas provas nacionais do Enem.

  • Ensino superior pago?

    Folha de São Paulo, em 19/06/2017

    O quadro de crise fiscal que afeta o país exige medidas de redução de despesas não só da União, mas de todos os outros entes federados. Desnecessário ser especialista em economia para compreender um princípio básico de gestão orçamentária, válido tanto para a nação quanto para as contas domésticas: os gastos têm de caber na receita.