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Quinta é Cultura: Carlos Nejar lança o livro "Dom Luciano de La Tarde, o cavaleiro da nobre figura”

“D. Luciano de la Tarde, fidalgo sonhador do Pontal de Orvalho, vive em busca da sua alma e a das coisas. Acompanha-o o escudeiro, Sancho Sombra, e o cavalo, Pesavento, dotado de pensamento e sensatez. Inspirado pelos livros de cavalaria que enchem sua biblioteca, D. Luciano reflete sobre o bem, a inocência e a estupidez humana, acreditando que apenas o bem é verdadeiramente inteligente. Essa é a premissa do novo livro do Acadêmico e escritor Carlos Nejar.

"Dom Luciano de La Tarde, o cavaleiro da nobre figura" será lançado nesta quinta-feira, dia 7 de maio, a partir das 17h30. O evento integra a programação do Quinta é Cultura, com coordenação do Acadêmico Antônio Torres. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.even3.com.br/lancamento-do-livro-dom-luciano-de-la-tarde-o-cavaleiro-da-nobre-figura-729900/

O livro se apresenta como uma ode aos valores clássicos das narrativas cavaleirescas — honra, fidelidade, coragem —, que o escritor busca resgatar. Na obra, Nejar fala sobre a casa de D. Luciano, onde vive também Teodicéia — ou Aurélia —, mulher de presença terna e misteriosa, que representa o amor e o contraponto da razão. Entre conversas e silêncios, D. Luciano reafirma sua fé na simplicidade divina e na força da palavra como espada. Com Sancho e Pesavento, prepara-se para lutar contra tudo o que se opõe ao espírito e ao amor, certo de que a vida na palavra não argumenta e, sim, salva.

Sobre Carlos Nejar

Carlos Nejar é poeta ficcionista, tradutor e crítico literário. Eleito para a ABL em 1988. Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUC do Rio Grande do Sul. Recebeu o Prêmio Machado de Assis, da ABL em 2000 pelo conjunto da obra. Foi procurador do Ministério Público em Porto Alegre, integrou o Conselho Superior, o Colégio de Procuradores do Ministério Público e o Conselho Nacional de política Cultural, este entre 1994 e 1996. Organizou a “Antologia da Poesia Portuguesa Contemporânea”, em 1981.

06/05/2026