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Autor, diretor e ator Aderbal Freire Filho fala na ABL sobre ‘Cinema e Literatura’

A Academia Brasileira de Letras dá continuidade a seu ciclo de conferências do mês de setembro de 2018, intitulado Cinema e Literatura, com palestra do autor, diretor e ator Aderbal Freire Filho. A coordenação foi do Acadêmico e poeta Geraldo Carneiro e o tema escolhido foi Romance-em-cena: questão de gênero. O evento, coordenado pelo Acadêmico e poeta Geraldo Carneiro, foi realizado na quinta-feira, dia 13 de setembro, às17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Foram fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica Ana Maria Machado é a Coordenadora-Geral dos ciclos de conferências de 2018.

Cinema e literatura terá mais duas palestras nas quintas-feiras de setembro, no mesmo local e horário, com os seguintes dias, conferencistas e temas, respectivamente: dia 20, Maria Adelaide Amaral, Literatura e Teledramaturgia: diferenças e confluências; 27, Cacá Diegues, Letras e Imagens: a literatura no cinema.
 

O CONFERENCISTA

Aderbal Freire Filho é autor, diretor e ator de teatro. Criou o Centro de Demolição e Construção do Espetáculo e suas pesquisas sobre expressão dramática e narrativa têm sua síntese na trilogia de romances que encenou.

Ganhou os prêmios Molière, Golfinho de Ouro, Shell, Mambembe, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), APTR, Florencio (no Uruguai), entre outros. Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, no grau de Cavaleiro.

Professor da Faculdade de Letras, da UFRJ, de 1986 a 2001, coordenou a comissão que criou o Curso de Direção Teatral, da Escola de Comunicação, dessa universidade. Foi Membro do Conselho Diretor do Festival Ibero-americano de Teatro, de Cádiz, Espanha, de 1992 a 1999. É Conselheiro-Diretor da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.

É autor de prólogos para edições de peças e estudos de teatro (Estudos sobre teatro, de B. Brecht, Ed. Nova Fronteira; Obras completas, de Nelson Rodrigues, Ed. Nova Fronteira; O amor do soldado, de Jorge Amado, Cia. das Letras, entre outros) e de artigos em revistas brasileiras e estrangeiras (Teatro e Storia, Universitá di Roma, Itália; 7 Caminos Teatrales, Universidad de Guanajuato, Mexico; Revista Celcit, Buenos Aires, Argentina).

Na relação de seus espetáculos estão: Hamlet, Macbeth, As you like it, Timon de Atenas (Shakespeare); Tio Vania (Tchekhov); Casa de boneca (Ibsen); O congresso dos intelectuais e Na selva das cidades (Brecht); A morte de Danton (Buchnner); As fenícias (Eurípides); e peças de muitos autores brasileiros, Nelson Rodrigues (Senhora dos Afogados), Oduvaldo Vianna Filho (Corpo a corpo, Moço em estado de sítio, Mão na Luva, O último combate do homem comum), Alcione Araújo, Mário Prata, Roberto Athayde, Geraldo Carneiro, Leilah Assunção, Flávio Márcio, José Antonio de Souza e muitos mais. Encenou os romances A mulher carioca aos 22 anos (João de Minas); O que diz Molero (Dinis Machado); O púcaro búlgaro (Campos de Carvalho) e Moby Dick (Melville). Entre suas peças encenadas: O tiro que mudou a história (parceria com C. E. Novaes); No verão de 96...; Xambudo; Isabel; Cãocoisa e a coisa homem; Depois do filme.

Seu trabalho mais recente é La palavra progreso en boca de mi madre sonaba tremendamente falsa, de Matei Visniec, com o Teatro El Galpón, de Montevidéu, Uruguai.

06/09/2018

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