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Acadêmico Geraldo Carneiro coordena na ABL o Seminário “Brasil, brasis” de agosto, intitulado “Tradução: ampliando horizontes”

A Academia Brasileira de Letras deu continuidade a sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2017 com o tema Tradução: ampliando horizontes, sob coordenação do Acadêmico, poeta e tradutor Geraldo Carneiro e as participações do Acadêmico, poeta e tradutor Marco Lucchesi e do professor de tradução, literatura e criação literária Paulo Henriques Britto.

O seminário aconteceu no dia 31, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro, com transmissão direta pelo portal da ABL.

O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2017 é o Presidente da ABL, Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

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GERALDO CARNEIRO

Sexto ocupante da Cadeira 24 da ABL, eleito em 27 de outubro de 2016, na sucessão do Acadêmico Sábato Magaldi e recebido em 31 de março de 2017 pelo Acadêmico Antonio Carlos Secchin. Geraldo Eduardo Ribeiro Carneiro, em arte Geraldo Carneiro, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 11 de junho de 1952.

Poeta, é autor dos livros Na busca do Sete-Estrelo, Verão Vagabundo, Piquenique em Xanadu (prêmio Lei Sarney de melhor livro de poesia do ano), Pandemônio, Folias metafísica, Por mares nunca dantes, Lira dos cinquent’anos e Balada do impostor.

Traduziu mais de vinte peças, entre as quais “A tempestade” (The tempest), “Uma peça como você gosta” (As you like it), “Romeu e Julieta”, “Trabalhos de Amor Perdidos”, “Antônio e Cleópatra”, todas de William Shakespeare.

MARCO LUCCHESI

Sétimo ocupante da cadeira 15 da ABL – cujo fundador foi Olavo Bilac, que escolheu como patrono Gonçalves Dias –, eleito em 3 de março de 2011, na sucessão do padre Fernando Bastos de Ávila, o Acadêmico, poeta e tradutor Marco Lucchesi é carioca, mas residente em Niterói.

Publicou, dentre outros livros, Nove cartas sobre a Divina Comédia, O dom do crime, Ficções de um gabinete ocidental, A memória de Ulisses, Sphera, Meridiano celeste & bestiário.

De suas traduções, destacam-se as de Rûmî, Khlebnikov, Rilke e Vico. Obteve duas vezes o Prêmio Jabuti, o Prêmio Alceu Amoroso Lima, pelo conjunto da poesia, o Prêmio Marin Sorescu, na Romênia, o prêmio do Ministero dei Beni Culturali, da Itália.

PAULO HENRIQUES BRITTO

Tradutor e professor de tradução, literatura e criação literária da PUC-Rio, Paulo Henriques Britto publicou seis livros de poesia: Liturgia da matéria; Mínima lírica; Trovar claro (Prêmio Alphonsus de Guimaraens); Macau (Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira e Prêmio Alceu Amoroso Lima); Tarde (Prêmio Alphonsus de Guimaraens); e Formas do nada (8º Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Literatura, Melhor Livro).

Editou, ainda, um de contos, Paraísos artificiais (segundo lugar, Prêmio Jabuti); e três de ensaios: Eu quero é botar meu bloco na rua, de Sérgio Sampaio; Claudia Roquette-Pinto; e A tradução literária (Prêmio Literário Fundação Biblioteca Nacional 2013, categoria Ensaio Literário).

Traduziu cerca de 110 livros, entre o português e o inglês. Sua tradução de A mecânica das águas, de E. L. Doctorow ganhou o Prêmio Paulo Rónai de tradução. Organizou e traduziu antologias poéticas de Wallace Stevens e Elizabeth Bishop. Entre as traduções de ficção mais importantes dos últimos anos destacam-se Contra o dia, de Thomas Pynchon, e Grandes esperanças, de Charles Dickens, ambos de 2012.

24/08/2017

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