Início > Noticias > Acadêmico Carlos Heitor Cony faz palestra na ABL sobre “Humberto de Campos: o escritor e o conselheiro”

Acadêmico Carlos Heitor Cony faz palestra na ABL sobre “Humberto de Campos: o escritor e o conselheiro”

O Acadêmico, jornalista e escritor Carlos Heitor Cony fez na Academia Brasileira de Letras a palestra Humberto de Campos: o escritor e o conselheiro, a única do ciclo “Memória reverenciada” deste ano, que teve a coordenação do Acadêmico e jurista Alberto Venancio Filho. O evento aconteceu na terça-feira, dia 13 de dezembro, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro. Entrada franca.

Foram fornecidos certificados de frequência.

A Acadêmica e escritora Ana Maria Machado foi o coordenador-geral dos ciclos de conferências de 2016.

Saiba mais:

Sexto ocupante da Cadeira nº 25 da ABL, eleito em 25 de julho de 1991, na sucessão de Afonso Arinos de Melo Franco, e recebido em 14 de abril de 1992 pelo Acadêmico Américo Jacobina Lacombe, Alberto Venancio Filho é Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da então Universidade do Brasil (1956). Advogado militante, atua no Rio de Janeiro desde 1957.

Entre as diversas funções administrativas e educacionais exercidas, Alberto Venancio Filho foi Secretário Executivo da Comissão de Ciências Sociais do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura – IBECC; organizador do Plano Inicial da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília; Coordenador da Assessoria Técnica da Presidência da República, responsável pelos assuntos educacionais e culturais; Assistente da Diretoria do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura; Assessor do Professor Carlos Chagas Filho, designado pelo Ministro da Educação, na reunião da Comissão Especial para Programação da Educação, Ciência e Cultura da Organização dos Estados Americanos, em Washington; perito participante do Seminário sobre Organização e Administração de Empresas Públicas da Organização das Nações Unidas, em Genebra; Diretor Executivo do Centro de Estudos e Pesquisas no Ensino do Direito (Ceped) da Universidade do Estado da Guanabara.

É autor das seguintes obras: A Intervenção do Estado no Domínio EconômicoDas Arcadas ao Bacharelismo (Cento e cinquenta anos de ensino jurídico no Brasil); Notícia Histórica da Ordem dos Advogados do Brasil (1930-1980); Elogio de Afonso Arinos (Discurso de posse na Academia Brasileira de Letras e resposta de Américo Jacobina Lacombe); Francisco Venancio Filho – Um educador brasileiro (Organização, apresentação e esboço biográfico); Machado de Assis Presidente da Academia Brasileira de Letras; e Notas Republicanas.

Quinto ocupante da Cadeira nº 3, eleito em 23 de março de 2000, na sucessão de Herberto Sales e recebido em 31 de maio de 2000 pelo acadêmico Arnaldo Niskier, Carlos Heitor Cony foi redator da Rádio Jornal do Brasil. De 1958 a 1960, tornou-se um dos jovens escritores que colaboram no SDJB (Suplemento Dominical do Jornal do Brasil), com contos, ensaios, traduções. Em 1961, começou a trabalhar no Correio da Manhã, do qual foi redator, cronista, editorialista e editor.

Colaborou por mais de 30 anos na revista Manchete e dirigiu Fatos & Fotos, Desfile, Ele Ela. De 1985 a 1990, foi diretor de Teledramaturgia da Rede Manchete, produzindo e escrevendo sinopses das novelas A Marquesa de Santos, D. Beja, Kananga do Japão. Em 1993, substituiu a Otto Lara Resende na crônica diária do jornal Folha de S. Paulo, do qual é membro do Conselho Editorial. É comentarista diário da CBN, participando do Grande Jornal com o programa “Liberdade de Expressão”.

Entre seus prêmios estão: o Prêmio Manuel Antônio de Almeida, com os romances A Verdade de Cada Dia, em 1957, e Tijolo de Segurança, em 1958; Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra, em 1996; Prêmio Jabuti de 1996, da Câmara Brasileira do Livro, pelo romance Quase Memória; Prêmio Nacional Nestlé de Literatura, de 1997, pelo romance O Piano e a Orquestra; Prêmio Jabuti de 1997, pelo romance A Casa do Poeta Trágico; Prêmio Jabuti 2000, concedido ao Romance sem Palavras; Os romances Quase Memória e A Casa do Poeta Trágico ganharam o Prêmio “Livro do Ano”, em 1996 e 1997, conferido pela Câmara Brasileira do Livro.

 

07/12/2016

Notícias relacionadas

Vídeos relacionados