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Artigos

  • Os desafios do mundo de hoje

    O Estado do Maranhão , em 15/06/2017

    A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) foi citada pela primeira vez na Constituição de 1934. Porém, a primeira LDB foi criada em 1961 (Lei 4.024/61), seguida por uma versão em 1971 (5692/71), que vigorou até a promulgação da mais recente, em 1996 (9394/96).

  • Cidadão Goiano

    O Estado do Maranhão, em 07/06/2017

    Numa semana rica de emoções, recebi, na  Assembleia Legislativa, o título de “Cidadão Goiano”.  Fui homenageado com uma bonita e bem escrita  mensagem do governador Marconi Perillo e a presença de um grande número de parlamentares e magistrados desse importante estado do centro do país.

  • A perda de um mestre

    O Dia, em 18/05/2017

    Eduardo Portella foi mais do que um dos nossos maiores críticos de literatura. Foi um crítico de ideias, filosoficamente fundamentado e sustentado.

     
  • Não precisamos do planetário?

    Diário do amanhã (GO), em 10/05/2017

    As dificuldades econômicas do Rio de Janeiro parece que não têm limites. Há um atraso crônico no pagamento de salários, o que causa enormes embaraços ao funcionalismo ativo e inativo, e agora um fato novo se soma a esse vexame: a tentativa de leiloar o planetário, que presta inestimáveis serviços sobretudo à população jovem do nosso Estado e particularmente ao município.

  • O fim de um ídolo

    Jornal do Commercio (PE), em 02/05/2017

    Dirigir uma revista feminina, como “Sétimo Céu”, foi um dos meus prazeres jornalísticos. Quando cheguei, em 1958, estava com 6 mil exemplares de venda. Mudando o formato e colocando fotonovelas brasileiras a revista deu um enorme salto e logo estava vendendo 150 mil exemplares. Até os patões ficaram assustados com tamanho sucesso.

  • O pai do rádio educativo

    Correio Brasiliense , em 22/04/2017

    Por ter escrito o livro “Rondônia – Antropologia etnográfica”, em torno de 1917, Edgard Roquette-Pinto, que estudou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, tornou-se um dos maiores antropólogos brasileiros, um clássico. Seus estudos demonstraram que nossa miscigenação não produziu tipos raciais degenerados ou inferiores. Ao contrário, suas pesquisas provaram que a população mestiça brasileira era saudável, contrariando certos estigmas aqui deixados por viajantes estrangeiros e até mesmo alguns estudiosos locais. De acordo com Roquette-Pinto, o nosso grande problema não era a raça, mas sim as questões sociais e políticas, com destaque para a falta de educação e saúde pública. O grande cientista fez parte da Missão Rondon, em1912, tendo passado várias semanas em contato com os índios nambiquaras, que até então praticamente nada conheciam da nossa civilização.

  • Quase ministro

    Diário da amanhã (GO), em 12/04/2017

    No dia 7 de fevereiro de 1985, pouco depois de voltar de uma viagem internacional, Tancredo Neves reuniu-se no Rio, com Ulisses Guimarães, para formar o ministério da Nova república. Depois do primeiro encontro, os dois grandes políticos voltaram a se reunir, em Brasília, para uma conversa mais definitiva. É certo que o novo presidente falou com todos os governadores do Brasil, inclusive os seus adversários, como Leonel Brizola, para negociar nomes. Soube-se disso pelas informações passadas por parentes do futuro presidente, como o seu filho Tancredo Augusto, que me contou essa particularidade, no jantar na Manchete, em Brasília, dois dias antes do que seria a posse festiva.

  • Deficiência intelectual não é obstáculo

    O Estado do Maranhão, em 05/04/2017

    Há certos momentos de superação que nos enchem de orgulho. Foi o que aconteceu há pouco, na sede da Cedae/Rio, quando se formou a primeira turma de aprendizes com deficiência intelectual. Onze jovens completaram o curso depois de 17 meses de intenso trabalho, no qual contaram com a colaboração da Cedae, do Rio Solidário, do CIEE/Rio, da Faetec e da Fundação Roberto Marinho. Quando o jovem Argicilan pegou o microfone e saudou seus colegas e a numerosa plateia, não houve quem deixasse de se comover intensamente.

  • Uma questão de disciplina

    Folha de São Paulo, em 29/03/2017

    A necessidade de preparar os jovens para a Marinha, antes mesmo do ingresso à Escola Naval, data do século 19. Buscava-se, então, incutir o gosto pelo mar e pelas coisas marinheiras, além de proporcionar uma sólida formação intelectual, moral e militar-naval.

  • A base da filantropia

    Diário da Manhã (GO), em 28/03/2017

    No Seminário sobre entidades do 3º Setor, Filantrópicas e sua responsabilidade social no Brasil, realizado em Curitiba, sob patrocínio do Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná, o tema predominante foi Assistência Social, cuja finalidade essencial, segundo o jurista Ives Gandra Martins, é o enfrentamento da pobreza.

  • A volta dos livros

    O Estado do Maranhão, em 13/03/2017

    Acabo de voltar dos Estados Unidos. É sempre um prazer e um aprendizado visitar a grande nação do Norte, que hoje vive a experiência de um governo republicano (Donald Trump).

  • A imortalidade de Ulisses

    Tribuna do Agreste, em 28/02/2017

    “Ulisses”, o histórico romance de James Joyce, com os seus 18 capítulos, é uma das obras literárias mais conhecidas da humanidade. No Brasil, a tradução do imortal Antonio Houaiss, colocando em língua portuguesa os 18 cantos da “Odisseia”, de Homero, tornou mais acessível esse importante trabalho. Mas, cá entre nós, o nosso povo tem mesmo orgulho é de outro Ulisses – o Guimarães – que se vivo fosse estaria agora comemorando os seus primeiros 100 anos de vida.

  • Maimônides

    Diário da Manhã (GO), em 23/02/2017

    Valderez Ferreira Braga tem um admirável currículo. Com a cultura amealhada em seus diversos cursos nacionais e internacionais, é autora da obra Rumos Culturais da Constelação USA: um olhar verde e amarelo (ED. Manole, 2017), de grande significância na literatura pedagógica universal.

  • O canto dos cegos

    Diário da Manhã (GO), em 15/02/2017

    Desde que assumi a presidência do Ciee/Rio, preocupo-me com as atividades dos indivíduos portadores de deficiências físicas. No Brasil, segundo dados do Censo existem 65 milhões de pessoas com deficiência visual severa, das quais 506 mil são irremediavelmente cegas. Ocorreu-me então, propor ao professor Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio a criação de um organismo, em parceria com o Ciee para dar vida ao Coral Sidney Marzullo, em homenagem a quem se dedicou, na União dos Cegos, a um longo trabalho voltado para os deficientes visuais.