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  • Acidente ou crime

    Folha de São Paulo (RJ), em 22/01/2017

    De duas uma: a morte do ministro do STF Teori Zavascki foi crime ou fatalidade? Relator de um processo que configura o maior escândalo dos tempos atuais, ele era um alvo ostensivo para todos os possíveis mandantes que possam ter forjado um acidente aéreo que demorará um pouco para ser elucidado.

  • Homologar ou não

    O Globo, em 21/01/2017

    Passados os primeiros dias de dor e luto, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lucia, terá pela frente uma primeira decisão que pode ser fundamental para sinalizar à opinião pública que a Operação Lava Jato não sofrerá quebra de continuidade com a morte do ministro Teori Zavascki. E não é a decisão sobre quem herdará os processos do ministro falecido.

  • Reforma, reflexão, mistura

    O Globo, em 21/01/2017

    Precisamos ir além da reação imediata e automática de dar um simples clique ou curtida, escolher mãos aplaudindo ou uma carinha vomitando. É preciso sair dos limites do pequeno grupo.

  • O risco das bruxas soltas

    O Globo, em 21/01/2017

    Teori Zavascki tinha o respeito irrestrito de seus colegas e até dos que eventualmente foram contrariados por alguma decisão sua, como Sérgio Moro.

  • Urdidura dos diabos

    O Globo, em 20/01/2017

    Mais uma vez o realismo mágico interfere nos destinos nacionais, de maneira brutal. A morte trágica do ministro Teori Zavascki, às vésperas de homologar as delações premiadas de Marcelo Odebrecht e associados, parece saída do mesmo autor da doença e morte de Tancredo Neves às vésperas de assumir a presidência da República, em 1985. Uma urdidura dos diabos, na definição de um ministro do STF.

  • É prioridade?

    O Globo, em 19/01/2017

    A reação dos governadores ao Plano Nacional de Segurança do governo Temer, pressionando para que uma verba federal seja bloqueada no Orçamento para a segurança pública, assim como é feito com a educação e saúde, mostra bem o impasse a que chegamos.

  • Para não virar Colômbia

    O Globo, em 18/01/2017

    As Forças Armadas vão fazer uma operação limpeza nos presídios, utilizando toda a tecnologia mais moderna, e ao lado disso o governo federal vai financiar os Estados para a aquisição de bloqueadores, raios-x e scanners. Essas varreduras serão realizadas aleatoriamente, nos 12 meses seguintes à requisição do governador.

  • Trump e a pós-ética

    O Globo, em 18/01/2017

    O mais grave é que metade da maior democracia do mundo concorda e apoia essa subversão de valores. Vamos ver no que vai dar.

  • O canto dos cegos

    O Globo, em 17/01/2017

    ‘Aprendi que, mesmo com a deficiência, é possível crescer e se desenvolver no mercado de trabalho igual a qualquer pessoa’, diz operador de telemarketing.

  • Avanço fundamental

    O Globo, em 17/01/2017

    Especula-se que presidente Michel Temer, pressionado pela realidade que a cada dia mostra a gravidade da crise nas penitenciárias brasileiras, pretende procurar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para discutir a descriminalização do porte de drogas para uso próprio.

  • Sucesso parcial

    O Globo, em 15/01/2017

    A consultoria Macroplan, do economista Claudio Porto, especializada em análises prospectivas, considera ndo que  o governo de Michel Temer iniciou um ciclo de reformas e ajustes importantes, mas carrega recordes de impopularidade, apesar de manter força dentro do Congresso, montou quatro cenários para os próximos dois anos, que dão maior probabilidade de haver um sucesso parcial do governo.

  • Mário Soares, o pedagogo da democracia

    O Imparcial (MA), em 15/01/2017

    Devemos, como a ninguém, a Mário Soares a modernização democrática de Portugal. Rechaçou & fossilização salazarista, numa liderança indiscutível de um mestre do consenso. Preso, e mesmo torturado, durante o autoritarismo, na ilha de São Tomé, veio, liberado, a Paris para organizar, sem descanso, uma militância. 

  • O social e a literatura

    A Tribuna (ES), em 15/01/2017

    E essa invasão cresceu nos últimos anos, ao ser examinado mais o autor, em face da sociologia ou da ideologia do que a construção da obra, como se a criação fosse um resultado da sociedade, quando a sociedade pode influir, mas não é a criação que merece atenção como um acontecimento em si mesmo, com a intuição, que se ilumina na sensibilidade da inteligência.

  • Donald Trump está na contramão da história

    Folha de São Paulo (RJ), em 15/01/2017

    Não sei se foi Hitchcock ou John Ford que aconselhou os jovens cineastas, ao fazerem seus filmes, que só teriam sucesso se colocassem na trama um vilão tamanho família para fazer contraponto aos mocinhos. Na recente eleição presidencial nos EUA, foi fácil criar esse vilão, desses que matam e esfolam a mãe para comê-la com batatas fritas.