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Artigos

  • Reação devastadora

    O Globo, em 07/09/2017

    O Ministério Público Federal está empenhado nos últimos dias em encontrar na legislação de direito civil brasileira meios de retirar da família Batista o controle das empresas do grupo J&F, a partir da decisão de rescindir o acordo de colaboração premiada firmado com Joesley Batista.

  • Em Nome de Quem?

    O Globo, em 06/09/2017

    O governo Temer assume uma atitude cada vez mais distante da realidade. Atribui a si mesmo o papel de novo redentor do Brasil. Pretende-se ilibado, como seus “apóstolos”, cuja sublime presença seria capaz de romper o círculo vicioso da crise, de que ele é parte não assumida.

  • Um país no precipício

    O Globo, em 06/09/2017

    Não há nos áudios divulgados da conversa entre Joesley Batista e seus advogados nenhuma acusação contra ministros do Supremo Tribunal Federal, somente tentativas de aproximação próprias do que chamam pejorativamente de lobistas, algumas delas de tão baixo nível que revelam a verdadeira face desse empresário, que não passa de um bandido sem escrúpulos, disposto a qualquer coisa para obter vantagens para si e seu grupo.

  • O começo da reação

    O Globo, em 06/09/2017

    A grande novidade do Reage Rio 2017 talvez tenha sido despertar a consciência de que é preciso mais do que reclamar, protestar contra a violência e chorar as vítimas.

  • O sucesso do Canal Futura

    O Estado do Maranhão, em 06/09/2017

    Depois de uma existência fecunda de mais de 20 anos (estive na cerimônia do seu lançamento), pode-se afirmar o sucesso do Canal Futura pelo fato de ser conhecido de 46% da nossa população, cumprindo o papel de uma verdadeira Escola sem Paredes. Sua programação é tão rica que ela foi licenciada para a veiculação em emissoras da Europa, África, Estados Unidos, Ásia e América do Sul, com ações de mobilização comunitária. Tem uma preocupação dominante com a formação social dos jovens, trabalhando nas áreas do empreendedorismo, lideranças e produção audiovisual, dando apoio a projetos em escolas e espaços comunitários, além de produção de peças que podem ser veiculadas no próprio Canal.

  • Os mesmos erros

    O Globo, em 05/09/2017

    À medida que a campanha eleitoral começa a se definir com os candidatos a presidente da República mostrando as caras, as divergências internas nos partidos vão se cristalizando. Os principais partidos parecem dispostos a cometer os mesmos erros.

  • Barcarola

    O Globo, em 03/09/2017

    Lennon havia decretado o fim do sonho e a ambição, vencido as utopias. Nós, sonhadores, estávamos mais por fora do que poupança de chacrete.

  • Nossos paradoxos

    O Globo, em 03/09/2017

    Os bons indicadores da economia, sinalizando o fim da recessão e uma retomada lenta do crescimento, chegaram em boa hora para o presidente Temer, às vésperas de enfrentar uma segunda denúncia do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

  • A expectativa partidária para 2018

    O Imparcial (MA), em 03/09/2017

    O impacto da Lava Jato, envolvendo a prisão de múltiplos líderes partidários, levou, em toda tentativa de reorganização, ao estilhaço das siglas, ou às imitações estritas de legendas externas. Aí está o Podemos, a encarar uma possível “terceira via” de mobilização da política. Deparamos, ao mesmo tempo, a defesa dos minipartidos, no suposto de que a verdadeira diferença programática depende de minorias afinadas com o novo horizonte político. Aí está, por outro lado, a multiplicidade de possíveis aliciamentos no centro, vinda das migrações e conflitos oriundos de inevitáveis rusgas de um situacionismo enraizado no sistema. 

  • A raça da Nuvem

    A Tribuna (ES), em 03/09/2017

    O especialista Carlos Quesada, diretor dos Direitos Humanos, de Washington, afirma que “o debate racial nos Estados Unidos piorou. E há uma preocupação excessiva no assunto”. E as supremacias brancas recorrem a testes de DNA para determinar “pureza”. 

  • Erros e acertos

    O Globo, em 02/09/2017

    Não foi só o PT que deixou órfãos seus seguidores bem intencionados. O PSDB errou, sim, e muito. E não apenas agora.

  • Razões da não-reforma

    O Globo, em 02/09/2017

    Há uma razão pragmática para que não se chegue a consenso sobre a reforma política, além do simples fato de que a maioria dos deputados não quer mudar o sistema que os elegeu. Mas o PRB e o PR, que juntos somam 60 votos na Câmara, têm uma motivação a mais. Eles contam em suas fileiras, respectivamente, com puxadores de votos como o deputado mais votado do país, Celso Russomano, com 1.524.286 votos, e o segundo mais votado, Tiririca, que teve 1.016.796 votos.